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Como Escolher um Bom Casamento

Como Escolher um Bom Casamento

Depressão Endogâmica versus  Hipervariabilidade



INTRODUÇÃO

Muitos sábios tem aconselhado a nos casarmos com quem nos complementa e não com quem identificamos mais, pois se coincidir os mesmos defeitos e mesmas qualidades, estabeleceremos um consorcio provavelmente  prejudicial no casamento onde os defeitos são mantidos e as qualidades são disputadas ou colocadas numa especie de foco exagerado e especializado de habilidade.

Algumas  agencias de namoro virtuais que verifiquei enfatizam a semelhança como sendo fator preponderante num casamento, mas até que ponto semelhanças podem ser prejudiciais e até que ponto diferenças podem ser benéficas,  deveria ser algo a se pensar. 

Fui descobrir isso ao casar com minha esposa, nós nos casamos  por sinal divino dado a mim e dado a ela  e não por escolha propria, pois nunca em nossos proprios criterios nos escolheriamos, contudo sempre soubemos acatar as razões de Deus como sendo maiores que as razões humanas, e depois de casados fomos verificando que fizemos uma excelente escolha em seguir os sinais que Deus nos deixou, pois a complementei onde ela precisava  e ela a mim em muitas falhas que tenho e virtudes que passei a ter ao seu lado.

Casamentos entre primos podem manter qualidades da mesma linhagem, mas podem aumentar tambem  não só  riscos de doenças congenitas, como uma série de outras doenças que a seleção natural não filtrou no passado.  Ainda podemos mencionar defeitos congenitos diversos que podem diminuir  a  inteligencia ou a melhor expressão de produtos genicos importantes para diversas funções organicas como até mesmo uma simples digestão de alimentos. Éexatamente por isso que em geral, cães de raça que cruzam somente entre semelhantes são mais vulneráveis a má alimentação e outras doenças  enquanto vira-latas, mais diferentes, variáveis e heterozigoticos, comem qualquer coisa e digerem bem quase tudo.

Por outro lado, tambem é verdade que se uma linhagem possui mais inteligencia, o casamento entre parentes ou semelhantes vai preservar aquelas caracteristicas mais do que se a pessoa casar com uma linhagem que não possui estes traços, e é por isso que em zootecnia procura-se melhorar geneticamente aspectos desejaveis nas proles de vacas, cavalos, peixes e outros animais.

Certas noticias são repassadas de forma um pouco focada   a população minimizando riscos de casamentos consanguinos, como se  4% maior de risco não fosse algo já significativamente mais arriscado, fora isso   que 4% maior de rico nos estudos de Alan H. Bittles,  O prejuizo observado em relação apenas a doenças anômalas, contudo a consanguinidade e o compartilhamento de alelos deleterios comuns vai muito alem de doenças anomalas, existe perda ou manutenção de inteligencia (Crabtree),  existem presença ou não de doenças que a seleção natural não filtra (JC Sanford) como por exemplo o diabetes. Agora, em caso de cruzamento de linhagens com caracteristicas saudaveis esse risco pode ser compensado por permanencia de caracterisitcas desejaveis. É como se fosse um baralho de cartas, onde estão as vantajosas e desvantajosas.

No passado,  onde a consanguinidade era cada vez mais preponderante nas primeiras populações, observamos que não havia tantos riscos de doenças anomalas como se  casamentos com graus endogamicos fosse repetido hoje porque as populações ancestrais eram cada vez mais perfeitas, mais ricas em patrimonio genetico  e ainda  tinham cada vez mais poucos alelos deterios para compartilhar (fitness proximo ao zero). Mas desde a degeneração humana iniciada com o pecado, o quadro foi mudando lentamente, como já dizia nos dez mandamentos:


“visitarei a maldade dos pais nos filhos até a terceira e Quarta geração, e farei misericordia até mil gerações daqueles que me amam e guardam meus mandamentos” Exodo 20 e Deuteronômio  5


Um fato que pode tanto ajudar como atrapalhar as coisas , embaralhando o baralho de cartas vantajosas e desvantajosas ainda mais , é que as populações estão bastante miscigenadas e os casamentos entre  um primo e outro de linhagens miscigenadas não possuem o mesmo risco de linhagens pouco variaveis e isoladas geograficamente numa vila ou cidade afastada.  As escolhas poderiam ser feitas olhando mais as caracteristicas desejaveis que os riscos embutidos. Sabendo que tanto nosso DNA como nossa educação (ambiente) determinam nosso comportamento e personalidade, num mundo pluralista tanto geneticamente como de ideias, acertar as coisas é uma tarefa muito interessante e ao mesmo tempo cada vez mais dificil.

Por isso e por tantas outras infinitas razões, recomendamos as razões desconhecidas de Deus como o caminho mais racional que um ser humano,  capaz de verificar suas limitações pode conceber, neste ponto tão complexo, exaltamos  a mesma  fé de Abraão ao buscar ser guiado por Deus ao escolher a nora Rebeca,  como sendo algo em que devemos confiar muito mais, diante de tantas variaveis vantajosas e desvantajosas numa escolha.


"Faz parte da razão conhecer seus limites" Bacon dizia  e eu completaira inspirado nos pensamentos de Kierkegaard: faz parte da fé experiente e sábia, acreditar, mesmo sem entender, na razão de Deus"

Elogiamos portanto, varias igrejas, culturas e agremiações, como a CCB, Maranata, Quadrangular e até mesmo a univer$al, que recomendam seus jovens a pedir um sinal a Deus antes mesmo de namorarem, aliás, como recomenda nosso irmão abençoadíssimo Paul Washer, que nem namoro deve ter, em harmonia e fundamentando biblicamente e sociologicamente  aos nossos irmãos da CCB que nutrem em sua cultura que "não temos filhas para namorar, temos filhas para casar", onde muito mais que oprimir os jovens, estão protegendo assim as jovens e os jovens de embaraços com gravidez indesejada e escolhas precipitadas da pobre , fragil, miseravel, cega e arrogante  "razão" humana.


Devemos ressaltar tambem que hoje,  o acumulo de genes  deleterios em nosso DNA, o quadro mudou um pouco e parece que os riscos de casamentos primos podem ser um pouco maiores que a media antiga, mas isso é mais válido sobretudo para linhagens muito semelhantes e onde há historico de doenças geneticas familiares sejam atestadas, pois as familias de hoje já estão mais miscigenadas compensando assim o estrago do acumulo de compartilhamentos de alelos deleterios.

Diante do exposto, como ninguem tem bola de cristal ou um laboratorio de analise de cada gene que vai se cruzar no crossover, necessario é  tomarmos devidos cuidados na analise de com quem vamos passar os resto de nossas vidas (isso é verdade tambem para os divorciados pois um "ex"  nunca são "ex", pois sempre estão de alguma forma onipresentes, seja através dos filhos ou através de varios laços feitos) .

Um outro conselho prático que damos é o preparo de nossa saude espiritual, mental e fisica antes do acasamento, pois algumas evidencias mostram que dependendo da qualidade de nossa alma, dos nossos pensamentos e de nosso sangue, há um reflexo genetico no gameta sobretudo masculino (porque a mulher já nasce com todos os ovocitos) e pesa sobre o homem , caso essa minha opinião particular seja confirmada, uma responsabilidade maior do homem quanto ao carater , personalidade e robustêz fisica do descendente.

No aspecto fisico é mais fácil de perceber isso e por isso a ciencia (mais apta a mensurar coisas palpáveis)  pode passear um pouco mais tranquilamente em afirmações deste tipo , se procurarmos trabalhos que tratam da  "qualidade espermatica" não recomendaremos nenhuma moça a fazer sexo com alguem que não está cuidando da qualidade do seu sangue através de um estilo de  vida saudavel, pois há doenças terriveis associadas ao uso de alcool por exemplo. E como não somos apenas seres fisicos, somos tambem psicologicos e somos tambem seres  espirituais, percebemos ser verdade isso tambem nestas outras dimensões, tanto pela palavra de Deus, como tambem em diversas observações de descendentes e ascendentes.


Nas populações ancestrais a consanguinidade ajudou a "purificar" a raça humana eliminando um pouco mais linhagens claramente e anomalamente defeituosas, contudo devemos lembrar que as populações ancestrais não tinham ainda acumulado tantos genes deleterios como hoje (Sodré - Hipervariaiblidade ancestral), e que hoje, muito mais que no passado, temos mais genes deleterios para compartilhar que em todos os tempos. Então por mais que o risco seja "apenas"  4% maior para doenças anomalas como reflete este artigo, continua sendo maior para doenças não anomalas e defeitos congenitos como a perda de inteligencia. Em estudos de cruzamentos é ensinado o principio de que tanto a muita semelhança como a muita diferença podem ser prejudiciais.  Então, em vez de  "o amor está acima de tudo" precisamos colocar "Deus acima de tudo" e até mesmo de não querer prejudicar meus descendentes. O que foi recomendado por Deus a Abraão "procura entre tua parentela esposa para teu filho" provavelmente nem Deus recomendaria a população degenerada de hoje, e casamentos entre etnias parece ser a solução para muitas etnias que trazem caracteristicas boas, mas tras tambem  caracteristicas precarias. Em zootecnia um gado que é resistente ao calor acasala com outro não resistente para conceber equilibrio de aspectos desejaveis.


Para fundamentar um pouco mais nossas considerações elaboramos umestudo sobre as populações ancestrais e como as descendentes se comportam nas suas diversas bio-modificações (chamadas ainda  de evoluções por mais que a palavra evoilução já não reflete mais o conceito cientifico que apenas quer dizer "bio-moficação" e por isso preferimos usar este termo)

Um estudo do Zoologo holandez DUYVENE DE WIT observa que "quando uma população marginal abre caminho para um novo habitat , ela não pode levar consigo todos os genes da população materna, mas apenas uma parte.Cada nova raça ou especie que se origina de uma outra possui portanto, um pool genico mais pobre.

" se o processo de especiação se repetir vezes consecutivaqmente, surgirão por fim, especies cujos pools genicos estão tão completametne esgotados que bastam alterações insignificantes das condições ambientais para que elas venham a se extinguir".

"esforços para se adaptar a modificações ambientais como resultado de possibilidades insuficientes de recombinação levram, por fim, a um estado genetico minimo. Se este limite minimo for ultyrapassado, não haverá mais possibilidade de sobrevivencia. Por esta razão, o destino tragico e irrevogavel das especies ou raças especializadas , extremamente adaptadas, é a MORTE GENETICA. "


Citado por KAHLE -1984 em "evolution - irrweg modeme naturwissenschaft? Bielifeld".


Nós da espécie humana ( uma das especies mais sobrevivem e deixam descentes  no planeta) , calculamos estatisticamente pelas genealogias, associadas a guerras e mortandades epidêmicas, que éramos bem pouco numerosos a poucos milhares de anos atrás (3, 4, 5 mil anos atrás). Este fato lança um desafio para responder como conseguimos sobreviver ao stress homozigotico, endogamia e acasalamentos consanguinos no recuo da população humana tanto nas áreas isoladas como tambem e sobretudo nas áreas de ascendencia comum, uma vez que populações muito pequenas inviabilizam sobrevivencia pelo stress homozigótico e depressão endogamica.



CHANG, J T; OLSON, Steve "Modelling the recent common ancestry of all living humans", de Douglas L. T. Rohde (Instituto de Tecnologia de Massachusetts), Disponivel no site da Nature, em <http://www.nature.com/> (Agência Fapesp, 1/10).



Este estudo acima por exemplo, demonstra pela estatisitca genealogica, que a míseros 3000 anos atrás é provável que toda a humanidade viva tenha um único ancestral comum.

Diante de todos os estudos apontando a impossibilidade de sobrevivencia a endogamia contiuada cada vez mais em pequenas populações do passado , associado ao fato visto e observado da grande variabilidade genetica humana e de outras linhagens de especies e subespecies, defende-se que nossos ancestrais comuns teriam que ter hipervariabilidade ancestral a poucos milenios atrás. Alem disso, defendem alguns autores que o índice de alelos deleterios nas populações ancestrais teria que ser quase nulo para sobreviver, ao, cada vez maior stress consaguino, e ainda deixar descendentes ferteis


 

"A variabilidade das formas morfologicas homo-ergaster-erectus, neanderthalensis, homo sapiens.."para HUBLIN, a grande variabilidade dos fosseis de Atapuerca é sinal da enorme variedade genetica do genero "homo" que antes da sua diferenciação e especialização possuísse toda a gama de variabilidade" Livro Evolução, um livro texto critico"..pagina 268 citando HUBLIN JJ in: GIBBONS A (1976) A new face for human ancestor, Science 276, 133 1-1333

 


 

Os modelos iniciais da população humana e de quaisquer outros "tipos basicos" ou ramos de comprovada possibilidade de cruzamentos, são matematicamente irreais , pois as populações ancestrais são cada vez menores, isso quando não falamos de varias familias isoladas por isolamento geográfico ou sobreviventes de grandes catastrofes,  e a biologia precisa, no caso de humanos, segundo especialsitas consultados em estatistica biologica, de pelo menos 10 mil individuos (ad hoc). O que é totalmente impraticável quando se trata de ascendentes cada vez mais menos numerosos.

A única saída  que a genetica de populações possui é um modelo que contemple diferenciação genetica ascendente hipervariavel, com baixissima carga genetica, pois somente uma alta variabilidade e baixissimo fitness (não variabilidade adaptativa é claro..provocada por mutações, reações imunologicas, etc) , poderia suportar e sobreviver com população pequena em diversos pontos isolados onde se fundaram etnias.
 
Outro fator é que "toda vez que há um cruzamento os cromossomos se segregam aleatóriamente e se unem novamente nos gametas, também aleatóriamente. Como o novo indivíduo terá apenas 2 alelos, os outros dois ficaram de fora. Levando isso a nível de "população", por razões casuais, a cada geração teríamos uma menor variabilidade genética. Isso irá homogeneizar os indivíduos

Para facilitar, analogia:

Temos um dado comum, com 6 lados. Digamos que lançaríamos este dado 6 vezes em várias séries. Cada lançamento representa um indivíduo e cada série representa uma população. Toda vez que um dado número não aparecer na série de 6 ele será substituído pelo que aparecer com maior frequência.
Primeira série:

3 - 6 - 4 - 1 - 2 - 2 = 5 não apareceu, então mudaremos o 5 pelo 2. Agora nosso dado tem 2 faces com o número 2.

Segunda série:

6 - 2 - 4 - 1 - 2 - 4 = 3 não apareceu, então podemos substituir por 2 ou 4, que apareceram com maior frequência.

E assim por diante. Você pode notar que toda vez que substituímos um número ele terá maior probabilidade de aparecer em detrimento dos outros. No final teremos um dado com todas as faces iguais, ou seja, a variabilidade perdida".



Como este artigo originou de debates com especialistas na área em 2007, e vem sendo aprimorado, melhorado, corrigido, desde então, respondeu um doutorando especialista em genetica de populações o seguinte:

"Sim, a homozigose é favorecida em populações muito  pequenas. Isso é fato. Porém, é fato para populações muito pequenas. Quando dizemos que uma determinada população pequena se isola de uma população mãe e daí o processo de especiação vê-se favorecido, não estamos querendo dizer que são populações abaixo de um nível demográfico crítico para a sua saúde genética. Nestes casos, essas populações simplesmente perecem, como a historia da vida na terra bem demonstra".

Respondi o óbvio, que  devemos lembrar que todas as populações ancestrais obrigatoriamente são cada vez mais pequenas, todas sem exceção - Todo inicio do inicio é  pequeno, em diversas fases anteriores esta é a tendencia. Inclusive para se criar uma etnia com baixa variabilidade, é necessario  populações muito pequenas, talvez poucos casais. Mas a TE precisa de limites em suas hipóteses para dar certo. 

 

 

 

Phylogeny reconstruction is the process of inferring evolutionary relationships from molecular sequences, and methods that are expected to accurately reconstruct trees from sequences of reasonable length are highly desirable. To formalize this concept, the property of fast-convergence has been introduced to describe phylogeny reconstruction methods that, with high probability, recover the true tree from sequences that grow polynomially in the number of taxa n. While provably fast-converging methods have been developed, the neighbor-joining (NJ) algorithm of Saitou and Nei remains one of the most popular methods used in practice. This algorithm is known to converge for sequences that are exponential in n, but no lower bound for its convergence rate has been established. To address this theoretical question, we analyze the performance of the NJ algorithm on a type of phylogeny known as a 'caterpillar tree'. We find that, for sequences of polynomial length in the number of taxa n, the variability of the NJ criterion is sufficiently high that the algorithm is likely to fail even in the first step of the phylogeny reconstruction process, regardless of the degree of polynomial considered. This result demonstrates that, for general n-taxa trees, the exponential bound cannot be improved. 
M. Lacey and J. Chang.  A signal-to-noise analysis of phylogeny estimation by neighbor-joining: Insufficiency of polynomial length sequences.  Mathematical Biosciences 199: 188-215, 2006

 

 

 



No caso de humanos, por diversos prismas, podemos perceber isso: Fiz uma lista de alguns poucos  fatores que denominamos fatores de afunilamento populacional, que podem ser citados como fontes para uma hipótese de baixa população humana a pouco tempo atrás, são eles:

 

 

 



1.Línguas de afunilam a 3, 4 , 5 troncos básicos em 4-8 .000 AC com cada vez menor numero de palavras, de nomes, nomes cada vez mais iguais e cada palavra com cada vez maior numero de diferentes significados (homonimas)

2.População humana por calculo estatístico inicia a 4-8.000 anos

3.Costumes e culturas cada vez mais semelhantes no recente passado


4.Genealogia (Yale, Nature aponta a possibilidade estattistica de apenas um ancestral comum aos vivos a "apenas" 3000 anos atrás )D. Rohde, S. Olson, and J. Chang.  Modelling the recent common ancestry of all living humans.  Nature, 431:562-566, 2004


If a common ancestor of all living humans is defined as an individual who is a genealogical ancestor of all present-day people, the most recent common ancestor (MRCA) for a randomly mating population would have lived in the very recent past (ref). However, the random mating model ignores essential aspects of population substructure, such as the tendency of individuals to choose mates from the same social group, and the relative isolation of geographically separated groups.Here we show that recent common ancestors also emerge from two models incorporating substantial population substructure. One model, designed for simplicity and theoretical insight, yields explicit mathematical results through a probabilistic analysis. A more elaborate second model, designed to capture historical population dynamics in a more realistic way, is analysed computationally through Monte Carlo simulations. These analyses suggest that the genealogies of all living humans overlap in remarkable ways in the recent past. In particular, the MRCA of all present-day humans lived just a few thousand years ago in these models. Moreover, among all individuals living more than just a few thousand years earlier than the MRCA, each presentday human has exactly the same set of genealogical ancestors. http://www.stat.yale.edu/~jtc5/papers.html

5.Historia inicia em 4-8 mil anos, hieróglafos que deram inicio a escrita datados neste inicio comum (4-8 mil)


6.Número de Cidades reveladas pelas escavações vai decaindo muito


7. Referencias ao ciclo semanal de 7 dias em diversas culturas ancestrais


8. Igualdades culturais e religiosas apontam para poucos em tempos arqueologicos


9. Costume claro em todos os povos antigos de casamentos consanguinos/primos com baixa incidencia de relatos de síndromes (o que indica baixo acumulo de mutações deleterias e menor frequencia de alelos deleterios em casamentos consanguinos)


10.Nomes iguais


11.Deuses iguais (as culturas mais antigas vão diminuindo o numero de deuses )


12.Geografia de inicio ancestral apontando para oriente medio e norte da africa

 


 

 

Milhões de anos?

Apesar de que pelas estatitiscas genealogicas humanas, e por diversos outros prismas datacionais, não percebermos  muito tempo de vida na terra ,  calculamos outro problema relacionado a depressão endogâmica  nas populações ancestrais..se a depressão endogamica indisponibiliza sobrevivencia na: a)ancestralidade absoluta b)ancestralidade relativa a familias isoladas c) ancestralidade a poucos sobreviventes de uma catastrofe ...e necessita nestes casos de especies mães mais hipervariáveis e com com pouquissimos ameaçadores alelos deleterios para compartilhar....O que nos faz pensar que em milhões de anos, onde todas as especies passaram por catastrofes gigantescas admitidas em diversos pontos da suposta historia da terra, mais de 500 especies classificadas como fosseis vivos, sobreviveriam a diversas previsiveis depressões endogamicas? a gente vê em tempo real que poucas depressões já desgastam tanto o pool genico que condena rapidamente muitas especies a extinção..o que nos faria crer que foram tão raçudas assim essas especies que permaneceriam praticamente iguais, algumas quase ou possivelmente iguais, se em tempo real a especiação pulula e salta aos nossos olhos? causada por diversos fatores principalmente derivas geneticas desgastantes de pool genico das populações ascendentes?? Se é impossivel estatitisticamente em poucos milhares de anos que dirá em milhões amigos?

O biólogo Fabio ponderou sobre especiação alopátrica ao que respondi:



  1. Mesmo que na alopátrica ocorra um empobrecimento menor de pool genico, ainda assim vai ocorrer. Exceto se todos os alelos migrarem para a isolada, o que me parece ser impossivel
  2. Ele então respondeu exigindo novamente uma população grande, "Parece, mas não é. Basta uma população original grande o suficiente". mas vejam: exigir população grande na ancestralidade é uma falha cada vez mais acentuada, pois quanto mais voltamos no tempo, TODAS ou quase todas populações tendem a cair em numero


LÔNNING (1993) cita eurioquia relacionando antepassados com capacidade de povoar e se adaptar a varios ambientes. E descendentes (estenoquia) como podendo povoar , mas se adaptar a poucos habitats, devido ao aumento de frequencia de especializados.

O geneticista Crabtree argumenta que a inteligencia dimui nas descendencias pois é frágil porque depende de uma cadeia de milhares de genes, onde  uma ruptura em qualquer um deles  pode ser prejudicial. Muitas mutações deleterias ligadas ao cerebro não são filtradas pela seleção natural. http://www.popsci.com/science/article/2012-11/are-people-getting-dumber-one-geneticist-thinks-so



Esta tendencia vemos na natureza e nas extinções daqueles que não se adaptam mais.

Em azul, respondi a tres contestações:

"ocorrendo na natureza com a necessidade de hipervariabilidade e menor carga (acumulo de mutações) nas populações ancestrais para populações cada vez mais pequenas e mesmo assim sem terem o risco do stress homozigótico (Sodré)""
vamos la´de novo com algumas perguntas:
1) como houve a hipervariabilidade já que tu discarta as mutações?
as muitas derivas genetica e seleções naturais que as populações sofreram no planeta ao longo do tempo, revelam que houve empobrecimento do pool genico, em muitas das diversas adaptações e especiações que as especies-mães sofreram. Os diversos efeitos gargalos e fundadores ocorridos diante de catastrofes foram acompanhados por empobrecimentos de pool genicos. Logo, calculamos diante de varias evidencias destes processos empobrecedores, que éramos quando especies-mães, mais ricos, mais hipervariaveis , mesmo em populações ancestrais pequenas.
2) vemos populações aumentando, como se dá esse choque entre populações já que a tua proposta é que as populações diminuem?
minha não, das estatisticas populacinais ascendentes e dos varios outros prismas que nos revelam que éramos muito poucos a poucos milhares de anos
http://www.portaleducacao.com.br/forum/forum_posts.asp?TID=637

3) como se evita a homozigose já que a população é pequena?
Há casos de alta variabilidade em populações pequenas, este casos raros lançam luz sobre a grande necessidade deste perfil nas populações primitivas


 

DÃO E EVA E A GENÉTICA DE POPULAÇÕES

 

 

 

 EVIDENCIAS DE LITERALIDADE   EM TEMPO E QUANTIDADE , NO ESTUDO DE GENÉTICA DE POPULAÇÃO,  ATRAVÉS DE ESTUDO DA VARIABILIDADE, CARGA NEGATIVA E PATRIMÔNIO GENÉTICO NAS POPULAÇÕES ANCESTRAIS

 

 

 

por

 


 Sodré Gonçalves

 





1.Introdução

Cap 1 ..Genealogia e Ancestralidade Comum

1.2 Analisando Estudos sobre a Eva Mitocondrial (DNAmt)


Cap 2 -Baixa Variação Genética , doenças genéticas e Perigo de extinção

2.1 Os Perigos da Endogamia Continuada

2. 3 Situações Ideais Genéticas para Sobrevivência das Espécies Ancestrais


Cap 3 -Aumento de Potencial de Variabilidade nos genótipos ancestrais

3.1 Análise de Progressões Populacionais Convencionais
3. 2 Perímetro de convergência temporal

3.3 Análise de Parâmetros para Simulações de Sobrevivência de Espécies Ancestrais

3.4 Justificativas que Demonstram Longevidade nas Populações Ancestrais

Cap. 4. Conclusão



Resumo: O Estudo de Baixas populações demonstram risco de extinção por baixa variabilidade genética, onde os defeitos genéticos herdados aparecem com maior frequência. Esta realidade observada e testada, presente em inúmeros exemplos,  nos leva a questionarmos o modelo que descreve   uma média de  complexificação das espécies no histórico fóssil.  O inicio de populações  de especies ancestrais necessita de uma realidade genética hipervariável e com um minimo de defeitos deleterios, e ao mesmo tempo, com a   demonstração de vários casos onde especies-mães possuem menor carga genética de defeitos e maior patrimonio genético, nos faz observar  que o código genético nas populações ancestrais fosse cada vez mais hipervariável, com menor defeito ou acúmulo de mutações deleterias e com maior patrimônio e complexidade  genética, excetuando aspectos de imunidade, fruto de evolução de soluções geneticas de organismos selecionados frente as contingencias da vida. Em conformidade com isso, estudos demonstrando ancestralidade comum pelo DNAmt (DNA mitocondrial), pelo cromossomo Y e por cálculo estatístico, revelam individuo macho e fêmea como originador de toda humanidade vivendo não mais que  poucos milhares de anos atrás, remetendo-nos invariávelmente ao que os escritos antigos já falavam de alguma forma.



Introdução

 

GENEALOGIA E ANCESTRALIDADE COMUM

 




Marco Antônio Zago e Wilson Silva Jr., da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (USP) escrevendo sobre a origem das populações de indios nas 3 américas, e através de estudos no DNAmt (DNA mitocondrial), deduziram, entre outras assertivas:

"É como se todos os haplogrupos tivessem aparecido mais ou menos ao mesmo tempo."

"Como os ameríndios apresentam menos diversidade genética do que os asiáticos, os pesquisadores acreditam que os nativos da América sejam o resultado de um processo evolutivo chamado de efeito gargalo: a partir de poucos indivíduos - leia-se baixa diversidade genética - origina-se uma população enorme que vai colonizar uma grande área - as três Américas, no caso".

http://www.revistapesquisa.fapesp.br/novo_site/extras/imprimir.php?id=1853&bid=1


Observamos que o afunilamento nos ascendentes não é uma observação isolada, mas se comunica multidisciplinarmente com varios raciocinios, testes e até mesmo centenas de fontes arqueológicas, e  aponta não somente para baixas populações (com risco de homozigose continuada sempre aumentando quanto mais voltarmos), como também nos exige o desafio de respondermos  a difícil  pergunta de  como aumentariam sua variabilidade para sobreviverem  e justificar as centenas de variações e especiações  atuais?


Para isso, algumas respostas se destacam como na  matéria "Cientistas dos EUA têm nova teoria sobre evolução humana"

http://www.bbc.co.uk/portuguese/ciencia/021224_hominideobg.shtml

"Há sinais de que houve cruzamento entre espécies nesse período"

Mas....

"Esta nova pesquisa sugere que aconteceram alguns cruzamentos, mas, como os próprios autores reconhecem, esses cruzamentos podem ter ocorrido em dose limitada. O que realmente aconteceu continua sendo uma pergunta sem resposta", acrescentou o cientista".


Uma das maneiras de se estabelecer que houve cruzamentos entre supostos antepassados comuns ao homem e aos chipanzés é a localização de retrovirus, porem este raciocinio  ignora que  existe apenas parcialmente  aleatoriedade na inserção dos mesmos pois " os elementos transponíveis se inserem apenas entre determinados pares de base (e isso depende do transposon, uns são mais específioos que outros), o que dita isso são as características físico-químicas das enzimas que os inserem nesses lugares"
http://www.orkut.com/CommMsgs.aspx?cmm=26688928&tid=2597695239025054347&na=4&nst=141&nid=26688928-2597695239025054347-5202024475795995748

Neste artigo, vemos que uns se inserem aleatoriamente e outros "preferem" certas sequencias.

Transposons are mobile genetic elements that insert themselves into genomic DNA at essentially random locations, although different classes of transposons can have preferences for certain insertion site sequences. For example, random mutagenesis of viral BACs can be accomplished using a donor plasmid (such as a Tn1721-derived insertion from a modified TnMax plasmid [42, 43, 76-78]) with a transposon that has a preference to be inserted into plasmid (rather than genomic) DNA [10]. (...)
http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC2965428/?tool=pubmed

Ou seja, nem sempre igualdades de retrovirus podem indicar parentesco e ancestralidade comum.


Estudos e testes efetuados pelo bioquímico Frank Sherer da alemanha, demonstram em testes feitos entre  mais de 2000 especies e  generos distintos , que para se estabelecer ancestralidade comum deveria haver ao menos um inicio de um embrião em cruzamentos artificiais, pelo menos uma coordenação cromossomica ajustavel. Ele procurou saber se isso ocorreu em tentativas artificiais entre homem e chipanzés, gorilas, etc... e não encontrou nem um inicio de formação embrionaria. "Evolução, Livro Texto Crítico"

Lembrando que existe certos setores do DNA onde acontecem mais erros de copias (por exemplo na heterocromatina) a polimerase do DNA comete mais erros. Ou seja, não reparam os erros outrora acontecidos, o que poderá coincidir mutações "justamente" em semelhantes locais, o que enfraquece a "coincidência" ainda mais. Certos setores concentram elevadas taxas de mutação também.

Ou seja, não apenas a pergunta sobre nossos ascendentes fica sem resposta como tambem os sinais de ascendência comun com chipanzés e o difícil  cruzamentos entre especies primas , ficam mais fracos ainda, se não bastasse a fraqueza do proprio argumento levando em conta a dificuldade que é descendentes férteis, e a necessidade imensa de maior parentesco e semelhança  com os simios, o que pesquisas recentes descartam cada vez mais esta possibilidade como vemos neste artigo da Science 29 June 2007: Vol. 316. no. 5833, p. 1836
Jon Cohen, EVOLUTIONARY BIOLOGY: Relative Differences: The Myth of 1%.

http://www.sciencemag.org/cgi/content/summary/316/5833/1836


Para verificar mais as numerosas diferenças genéticas, ver  23

http://www.orkut.com/CommMsgs.aspx?cmm=14251159&tid=2544078963181814212&kw=o+mito+do+1%25

 


Para quem quiser ver o impacto desta edição em comunidades defensoras da ancestralidade comum com chipanzés, acesse:
http://www.orkut.com/CommMsgs.aspx?cmm=184959&tid=2552443873686910298&kw=o+mito+do+1%25


    Especiação
 



http://www.colegiosaofrancisco.com.br/alfa/idade-do-gelo/formacao-de-novas-especies.php



Os autores evolucionistas insistem em apelar para mecanismos de especiação para justificar o surgimento da especie humana e de todos os seres vivos


Mas percebemos que estes mecanismos precisariam sempre de uma população anterior, como temos em http://www.simbiotica.org/especiacao.htm


"Evolução divergente - ocorre quando duas populações se separam e acumulam diferenças que impossibilitam o cruzamento entre elas, originando novas espécies;
#

Radiação adaptativa - a partir de uma espécie inicial, verifica-se uma ocupação de grande número de habitats e o surgimento de numerosas espécies quase simultaneamente;
#

Evolução convergente - populações com origem diferente e sem qualquer parentesco, sujeitas a pressões selectivas semelhantes, vão desenvolver estruturas e modelos de vida semelhantes;
#

Evolução paralela - espécies distintas, mas com um antepassado comum, podem, independentemente, permanecer semelhantes devido ao mesmo tipo de pressões selectivas.

visão criacionista de especiação


http://www.unasp-sp.edu.br/campus/neo/downloads/gibson2.pdf

http://www.unasp-sp.edu.br/campus/neo/downloads/gibson1.pdf

http://www.unasp-sp.edu.br/campus/neo/downloads/gibson3.pdf

http://www.portaleducacao.com.br/forum/forum_posts.asp?TID=517&PID=1947 (ver mais especificamente em Baraminologia)


Encontrei 3 linhas de argumentação que parecem fundir em torno do que tentamos defender:

1.1 Há quem enfatiza homozigose como um bom fator evolutivo, apesar dos imensos  riscos

1.2. Outros enfatizam  exatamente o contrario, os riscos e a impossibilidade de sobrevivência com populações muito pequenas , requerendo cruzamentos entre especies primas na fundação, o que gera grandes complicações

1.3. Há  tambem quem defende justamente poucos descendendo muitos, a exemplo da capacidade de alguns poucos casos hoje,  o que recomendaria mais nosso modelo dadas as dificuldades que poderiam ser suplantadas ou minimizadas com a idéia da  hipervariabilidade ancestral


Estudos 1 em populações determinam que a existência de poucos indivíduos numa população de uma determinada espécie, indica em geral baixa VG (Variabilidade genética), ou seja, podem variar-se geneticamente pouco, e uma população com poucos indivíduos têm alto grau homozigótico (características geneticamente uniformes), trazendo sérios problemas a raça pelo aumento de freqüência de compartilhamento de alelos de genes deletérios gerando a impossibilidade de sobrevivência tendo em vista a baixa VG daquela população, pois os cruzamentos em uma cessação assim aumentarão a freqüência de transmissão de alelos deletérios, onde qualquer mutação deletéria pode se espalhar e fixar rapidamente sobre aquela frágil população, o que pode em pouco tempo condená-la a extinção.

Neste trabalho procuraremos ressaltar esta dificuldade de sobrevivência com o objetivo de demonstrar que somente uma configuração genética diferenciada, mais perfeita, com menor carga genética e maior patrimônio genético, na maioria das espécies, poderia permitir a explosão populacional humana e de todos os seres vivos.

"Existem diversas cidades do Brasil onde casamento e reprodução só são realizados entre parentes. Como exemplo: Estrela D'Oeste - SP, o número de parentes casando com parentes são extremamente altos e não há nenhum caso de doença deletéria na família" 2. Sugerimos que estas exceções de comportamento nos cruzamentos entre parentes demonstram um pouco do retrato genético ideal que existia nas populações ancestrais.


Localização de Estrela do Oeste


 


Cap 1 ..Genealogia e Ancestralidade Comum

Estudos na universidade da Yale , Dr Chang, publicado na Nature, 2004, em estatística genealógica 3, e outros mais, em busca de ancestralidade comum, como da Eva mitocôndria, de datação com base de médias de intervalos regulares de mutações, demonstram a ancestralidade comum em humanos , e o fato de termos ancestrais comuns a todos vivos e mortos, implica em avistar em uma certa época, um numero populacional reduzido, com todos os problema genéticos que hoje avistamos.





Estudo feito nos Estados Unidos mostra que o mais recente ancestral comum a toda a população mundial atual, viveu, não há dezenas de milhares de anos, mas há apenas 3 mil anos . Simulações feitas em computador, baseadas em um novo modelo estatístico, mostraram que o ancestral comum a toda a humanidade não é tão velho como se imaginava. Cientistas norte-americanos descrevem na edição de 30 de setembro da revista Nature que tal indivíduo teria vivido há apenas 3 mil anos. Esse retorno com cada vez menor numero populacional nos desafia a encontrar hipóteses não uniformistas sobre a capacidade de nossos poucos ancestrais comuns nos descenderem, sem que os levasse a extinção.


 


1.2 Analisando Estudos sobre a Eva Mitocondrial (DNAmt)


"Os genes de uma criança são aproximadamente igualmente herdados do pai e da mãe. O rearranjo genético que ocorre a cada geração sucessiva dá ao feto duas cópias de cada gene de uma escolha de quatro possíveis dentre os genomas dos pais. A herança do DNA mitocondrial (DNAmt) é uma exceção à reprodução sexual. De singular na teoria da Eva Mitocondrial é a descoberta de que o DNAmt é herdado apenas da mãe, não havendo nenhuma contribuição do pai na época da fertilização. Quando o espermatozóide penetra o óvulo, não há entrada de mitocôndria. Apenas o DNA da cabeça do espermatozóide contribui para a formação do zigoto. A única fonte de DNAmt do zigoto é materna. A mãe passa o seu componente de DNA mitocondrial para suas filhas e filhos. Os filhos não podem passar sua informação genética adiante; a informação pode ser passada apenas pelas filhas".
"O resultado surpreendente foi que todas as ramificações da árvore se juntaram em um tronco rapidamente. Rapidamente significa que usando uma taxa assumida para as mutações no DNAmt, todos os indivíduos testados poderiam ser considerados tendo uma mãe comum africana em um passado evolutivo recente. Estes investigadores concluiram: "Todos estes DNAs mitocondriais partiram de uma única mulher que se postula ter vivido 200.000 anos atrás, provavelmente na África. Todas as populações examinadas, exceto a população africana, têm origens mútiplas, implicando que cada área foi colonizada repetidamente." O ancestral africano foi chamado Eva Mitocondrial pela imprensa. A descoberta de uma convergência na árvore evolutiva a um único ancestral materno comum que viveu na África sub-Saárica há apenas 200.000 anos é sem dúvida dramática".

 


tenciais falhas nessa teoria têm sido extensivamente debatidas. Os 200.000 anos estimados ao ancestral comum poderiam ser um erro significante se fosse assumido que a taxa de mutação para o DNAmt estivesse errada. O DNA mitocondrial possui uma taxa de mutação mais alta do que o DNA nuclear, porque a mitocôndria não possui o mecanismo de reparo extensivo do DNA, presente no núcleo da célula". 13


"Essa idade de 200 mil anos foi conseguida assumindo que o relogio molecular do DNAmt apresentasse uma taxa constante de mutação a cada 6 mil a 12 mil anos, algo em torno de 600 gerações (Gibbons, 1998). "Entretanto" escreve Wellington Silva, doutorando em Genética Humana na UNB, estudos revelaram uma taxa mutacional cerca de 20 vezes mais rápida, ou seja, uma mutação a cada 25 ou 40 gerações (Howell, 1996; Pearsons et al., 1997) . Estes dados , suscita am sérios questionamentos aos métodos utilizados para datar even6tos evolutivos (Paabo, 1996; Gibbons, 1998), enquanto para os criacionistas , soaram como boas-novas por estar em harmonia com o modelo de uma curta cronologia para nossa origem (Wieland, 1998)" 14
Ou seja, voltamos a cronologia arqueologica e bíblica e encontramos novamente Adão e Eva, será mesmo mito (no sentido usual) como dizem?


 

 

 

 

Baseando-se no ADN de um antigo czar russo, os investigadores descobriram que talvez o ADN mitocondrial esteja a sofrer mutações 20 vezes mais rápido do que se pensava.

Os autores também fazem referência a um outro estudo onde os investigadores sequenciaram 610 pares de base do ADN mitocondrial de 357 indivíduos de 134 famílias diferentes e repararam que as mutações ocorrem com muito mais frequência do eles pensavam. Estudos evolutivos anteriores fizeram os investigadores pensar que iriam encontrar uma mutação a cada 600 gerações (uma a cada 12.000 anos). No entanto, ficaram "estonteados" por encontrarem alterações em 10 pares de base, o que dá uma mutação a cada 40 gerações (uma a cada 800 anos).

Mais para a frente, o artigo apresenta a controvérsia:

"researchers have calculated that "mitochondrial Eve"-the woman whose mtDNA was ancestral to that in all living people-lived 100,000 to 200,000 years ago in Africa. Using the new clock, she would be a mere 6000 years old." - (Os investigadores calcularam que a "Eva mitocondrial" - a mulher cujo mtADN foi ancestral de todos os seres humanos - viveu entre 100.000 a 200.000 anos atrás em África. Utilizando o novo relógio, ela teria uns meros 6000 anos)

Recently, direct sequencing of parents and their children have found about 35 to 50 new
mutations per genome per generation, or about 5,000 new mutations in the past 3000 years (120 generations).
A map of human genome variation from population-scale sequencing. Nature 467, 1061-73 (2010)  citado por Gerald R. Crabtree em" Our Fragile Intellect"  crabtree@stanford.edu

 

 

 


Cap 2 -Baixa Variação Genética , doenças genéticas e Perigo de extinção

" Deve-se ressaltar que a variabilidade genética é a base da perpetuação de todos os seres vivos" 4 Pequenas populações apresentam em geral (não sempre) baixa VG, estas apresentam muitas doenças, fragilidades e deformidades, e está quase sempre condenada a extinção quanto maior for à taxa de cruzamentos endogâmicos

"Para uma Espécie poder se reproduzir e viver em um meio é necessário um número mínimo de espécies geneticamente diferentes. Sem essa variabilidade, mudanças no meio são fatais e ainda começam aparecer problemas de deformações e doenças consideradas raras pelo seu caráter recessivo, semelhante ao ocorrido em cruzamentos com pais e filho (caso bovino) ou entre primos (com os humanos) Por isso uma espécie é considerada oficialmente extinta quando o número de indivíduos é inferior a um número mínimo, em média 25.

 



Por isso animais como a ararinha azul, e a subespécie chinesa dos tigres apesar de ainda terem exemplares vivos em cativeiro e na natureza, são consideradas extintas.



Estudos em populações atuais determinam que a existência de número de  indivíduos numa espécie a ameaçam com diversas doenças genéticas e extinção. ex: Variabilidade genética de peixes-bois é alarmante










 





Análise de DNA mitocôndria reflete drástica redução populacional e risco de extinção 5 Se para estudos em populações, quanto menor o numero de indivíduos , maior a ameaça de extinção, pela, em geral, baixa VG ,logo, é necessário que no passado recente, quando percebemos por estatística genealógica a presença de poucos ancestrais comuns (evidenciado por estatística genealógica, relógio molecular do DNAmt, cálculos matemáticos e fontes arqueológicas diversas, para pelo menos, os humanos) , que estes indivíduos da população anterior tenham características especiais genéticas e não uniformistas, diferentes da atualidade, que suportassem e compensem as ameaças de doença e de extinção, que hoje podem ser observadas

 





2.1 Os Vórtices da Extinção (Extinction Vortex)

- A Classe "R" do Vórtice é iniciada quando ocorrem distúrbios que diminuem o tamanho de uma População aumentando a variação do número de indivíduos nesta. As populações ficam vulneráveis a distúrbios posteriores e uma das principais conseqüências pode ser a mudança na proporção de machos para fêmeas, o que poderia acarretar numa diminuição brusca nas taxas reprodutivas;

- A Classe "D" do Vórtice ocorre quando o tamanho da População diminui e a sua distribuição espacial fica fragmentada. Além da diminuição do fluxo gênico entre os fragmentos, o risco de extinção da espécie em fragmentos se torna maior;

- O Vórtice "F" é o aumento do número de Homozigotos devido à diminuição no tamanho da População. Há o aumento da Oscilação Genética e a conseqüente perda de alelos e variabilidade genética, causada pelo aumento de cruzamentos entre indivíduos geneticamente semelhantes (cruzamentos consangüíneos);

- O Vórtice "A" ocorre devido às mesmas causas das outras Classes de Vórtice. A diminuição do tamanho populacional resulta em menos variabilidade genética (como no vórtice "F") e consequentemente há uma redução no Potencial de Adaptação de uma população a distúrbios externos (doenças ou mudanças climáticas, por exemplo).

"Darwin nos ensina desde 1859, as espécies extintas nunca serão substituídas ou copiadas, nunca haverá um ser que consiga ser igual a uma espécie extinta. Primack e Rodrigues, 2002, consideram as espécies como "soluções para a vida no planeta" e o crescente número de extinções não nos permitirá responder questões primordiais sobre a vida e a evolução na Terra".idem 1

 


2.1 Os Perigos da Endogamia Continuada





"O resultado final da "Endogamia continuada (característica de populações pequenas) é a perda terminal do vigor e a provável extinção da variabilidade genética, diminuindo a fertilidade, aumentando a taxa de mortalidade e aumentando a ocorrência de anomalias genéticas" 6

"Almeida (2004), em seu artigo intitulado Teoria das Ilhas Genéticas, propõe que as raças melhoradas devam ser tratadas também como em risco de extinção, argumenta que a perda de GENES causada pela endogamia é mais perigosa que a extinção de uma raça, pois reduz a variabilidade genética e a capacidade de reação a desafios futuros, como mudanças climáticas ou mesmo novas enfermidades" 7

2. 3 Situações Ideais Genéticas para Sobrevivência das Espécies Ancestrais

Sob baixa população, para que a população sobrevivesse milênios após, teríamos que ter na espécie um "fitness" perfeito em ambiente perfeitamente adequado, alta heterose sem alelos considerados deletérios, nenhuma ou baixíssima carga genética, alta Variabilidade genética apesar da reduzida população (algo raro de se observar hoje)

Ou seja, nada que lhes ameaçasse a extinção pela transferência alélica que seria quase homogenia de caracteres deletérios. Estes deveriam praticamente inexistir.

Escreveu o biólogo Maximiliano a respeito do fato da existência do casal fundador de nossa espécie:

"Aparentemente, para contrabalançar o efeito negativo do baixo pool gênico (máximo de quatro alelos por gene, já que são dois indivíduos) um casal do tipo ancestral teria de ter:

1 -Fitiness igual ou muito próximo ao ótimo;
2 - Alta heterose (=heterozigose, = vigor híbrido), e de preferência sem alelos considerados deletérios;
3 - Baixa carga genética
4- Fatores ligados ao retardo do envelhecimento





 

Todavia, alguns modelos matemáticos (no livro Introdução à Genética, Lewontinl), prevêem que em poucas gerações o número de homozigotos tende a aumentar demais na população, o que com certeza é prejudicial, pois acarreta em redução do fitness devido aos cruzamentos consangüíneos próximos. Apesar de que, se a carga genética é baixa, e não encontramos alelos deletérios, a homozigose não seria tão catastrófica assim.

Por outro lado, esses modelos matemáticos não parecem levar muito em consideração os efeitos da recombinação, elementos genéticos transponíveis (procurar por Ages - Altruistic Genetic Elements, na literatura criacionista) e mutações, na geração de novos alelos, então talvez os pontos a serem levados em consideração neste caso são:

1 - Se estes processos são totalmente aleatórios ou se são regulados de alguma forma (aparentemente existem evidências pra se confiar que a recombinação e a transposição, são sim bem reguladas, haja vista a complexidade dos processos);
2 - Com que rapidez esses processos ocorrem, ou seja, quanto tempo leva pra um processo desses produzir um alelo novo a ser adicionado ao pool gênico". 8



Cap 3 -Aumento de Potencial de Variabilidade nos genótipos ancestrais






A população de Chita têm uma variabilidade genética geralmente baixa "as crias da chita sofrem de elevados índices de mortalidade devido também a factuais genéticos" "Alguns biólogos defendem a teoria de que, em resultado da procriação consangüínea, o futuro da espécie está comprometido" . As chitas estão incluídas na lista de espécies vulneráveis da IUCN (União Internacional pela Conservação da Natureza), como subespécie africana ameaçada e subespécie asiática em situação crítica. É considerada uma espécie ameaçada de extinção no Apêndice I da CITES (Convenção sobre o comércio internacional das espécies da fauna e da flora selvagem ameaçadas de extinção)." 9

 


"Os caçadores exibem como troféus animais diferenciados com a chita de pelo longo e as de pelo cinzento e azul indicando que no passado havia uma diversidade genética muito maior nesta espécie hoje ameaçada de extinção". idem

Tal tendência que chamamos de funil de expressões da variabilidade ascendente pode ser demonstrada em quase todas as espécies. Onde se percebe que espécies ancestrais possuem cada vez maior capacidade de variar-se no passado.

Outro fator é que "toda vez que há um cruzamento os cromossomos se segregam aleatóriamente e se unem novamente nos gametas, também aleatóriamente. Como o novo indivíduo terá apenas 2 alelos, os outros dois ficaram de fora. Levando isso a nível de "população", por razões casuais, a cada geração teríamos uma menor variabilidade genética. Isso irá homogeneizar os indivíduos

Para facilitar, analogia:

Temos um dado comum, com 6 lados. Digamos que lançaríamos este dado 6 vezes em várias séries. Cada lançamento representa um indivíduo e cada série representa uma população. Toda vez que um dado número não aparecer na série de 6 ele será substituído pelo que aparecer com maior frequência.
Primeira série:

3 - 6 - 4 - 1 - 2 - 2 = 5 não apareceu, então mudaremos o 5 pelo 2. Agora nosso dado tem 2 faces com o número 2.

Segunda série:

6 - 2 - 4 - 1 - 2 - 4 = 3 não apareceu, então podemos substituir por 2 ou 4, que apareceram com maior frequência.

E assim por diante. Você pode notar que toda vez que substituímos um número ele terá maior probabilidade de aparecer em detrimento dos outros. No final teremos um dado com todas as faces iguais, ou seja, a variabilidade perdida".

3.1 Análise de Progressões Populacionais Convencionais

Eis as estimativas usuais para o crescimento da população humana mundial desde a pré-história (anos negativos devem ser entendidos como a.C.):

Ano população crescimento % a.a.

-1.000.000 125.000 n/d
-300.000 1.000.000 0,0003%
-25.000 3.340.000 0,0004%
-10.000 4.000.000 0,0012%
-8.000 4.500.000 0,0059%
-5.000 5.000.000 0,0035%
-4.000 7.000.000 0,0337%
-3.000 14.000.000 0,0693%
-2.000 27.000.000 0,0657%
-1.600 36.000.000 0,0719%
-1.000 50.000.000 0,0548%
-800 68.000.000 0,1539%
-500 100.000.000 0,1286%
-400 123.000.000 0,2072%
-200 150.000.000 0,0993%
1 170.000.000 0,0623%
14 171.000.000 0,0451%
200 190.000.000 0,0567%
350 190.000.000 0,0000%
400 190.000.000 0,0000%
500 195.000.000 0,0260%
600 200.000.000 0,0253%
700 210.000.000 0,0488%
800 220.000.000 0,0465%
900 242.000.000 0,0954%
1000 265.000.000 0,0908%
1100 320.000.000 0,1888%
1200 360.000.000 0,1179%
1250 360.000.000 0,0000%
1300 360.000.000 0,0000%
1340 370.000.000 0,0685%
1400 350.000.000 -0,0926%
1500 425.000.000 0,1943%
1650 545.000.000 0,0000%
1700 610.000.000 0,2256%
1750 720.000.000 0,3321%
1800 900.000.000 0,4473%
1850 1.200.000.000 0,5770%
1875 1.325.000.000 0,3972%
1900 1.625.000.000 0,8197%
1920 1.813.000.000 0,5489%
1925 1.898.000.000 0,9206%
1930 1.987.000.000 0,9207%
1940 2.213.000.000 1,0831%
1950 2.516.000.000 1,2915%
1955 2.760.000.000 1,8684%
1960 3.020.000.000 1,8168%
1965 3.336.000.000 2,0103%
1970 3.698.000.000 2,0818%
1975 4.079.000.000 1,9806%
1980 4.448.000.000 1,7471%
1985 4.851.000.000 1,7497%
1990 5.292.000.000 1,7555%
1995 5.761.000.000 1,7128%
2000 6.272.000.000 1,7142%


Perguntas sobre o gráfico
-1.000.000 125.000 n/d
-300.000 1.000.000 0,0003%
-25.000 3.340.000 0,0004%
-10.000 4.000.000 0,0012%
-8.000 4.500.000 0,0059%
-5.000 5.000.000 0,0035%
-4.000 7.000.000 0,0337%
-3.000 14.000.000 0,0693%


Porque entre 4000ac e 3000ac a população dobrou de 7milhões para 14 milhões? Porque justamente entre 8000 AC e 5000 AC a população aumentou apenas 12%? De 4,5milhões para 5milhões? Ou seja, em um período de 1000 anos a população dobra, dá um salto de 7milhões pra 14 milhões, mas, em um período de três mil anos, três vezes maior que o anterior, a população aumenta míseros 12%? Ou seja, subiu de 4,5milhões para apenas 5 milhões?

Muitas respostas poderão existir, sem nenhuma base muito sólida, mais inferências conjecturais indiretas , e em franca desatenção às estatísticas genealógicas e fontes arqueológicas, bem como a uma lista de fatores que denominamos fatores de afunilamento populacional, são eles:

 


1.Línguas de afunilam a 3, 4 , 5 troncos básicos em 4-8 .000 AC
2.População por calculo estatístico inicia a 4-8.000 anos
3.Costumes e culturas cada vez mais semelhantes no recente passado
4.Genealogia (Yale, Nature aponta um ancestral comum a "apenas" 3000 anos)
5.Historia inicia em 4-8 mil anos
6.Número de Cidades reveladas pelas escavações
7. Referencias ao ciclo semanal de 7 dias

3. 2 Perímetro de convergência temporal

3.1.Vetor genealógico, estatísticas (Yale, dr Chang, Nature 2004) e genealogias antigas
3.2. Testes em C14 possível em rochas e diamantes(Dr Baumgardner) diminuindo tempo geológico convencional e apontando para idades recentes de camadas sedimentares e até pré-cambriana
3.3.Taxas diagênicas em fosseis sem sofrer total permineralização encontradas em ossos de T-rex com sua maior parte preservada e contendo carne com elasticidade ainda (pesquisas minhas)
3.4.Hipervariabilidade de patrimônio genético ascendente sem acumulo de doenças genéticas apontando um paraíso genético no passado sem o acúmulo delas (Pesquisas minhas semelhantes as do Dr Sanford)
3.5. Convergência de cronologias antigas
3.6. Estudo de afunilamento de nomes, de numero de cidades e referencias antigas
3.7. Criações instantâneas (Robert Gentry) com diversas publicações na Nature, Science,desbancando decaimento continuo e estabilidade "ad infinitum" de isótopos radiotivos nos métodos de datação.

 


Obs.:.Abundancia de Fósseis em contradição com a previsão de Darwin que seriam raros, pressupõem a sua formação catastrófica assim como a Bíblia e 272 fontes arqueológicas testificam, no caso se acoplam com este pensamento quando pensamos em catástrofes e não em histórico gradual fóssil, o modelo catastrofista explica a separação deles por camadas ao citar diversos fatores como zoneamento ecológico, (onde viviam os tipos fossilizados de baixo para cima) mobilidade, flutuabilidade de corpos, ação seletiva de águas .

Berthaut G. 1986, em "Sedimentology-experimens on lamination of sedimdiments" demonstrou em laboratório a formação SIMULTANEA de estratos tanto na vertical quanto na horizontal, revivendo e convalidando as observações de Johanes Walther, ou seja, demonstrou que a maioria das camadas geológicas formadas por ação hidrodinâmica se formaram simultaneamente, onde foi demonstrado que princípios de estratigrafia não se aplicam aos depósitos estratificados formados em canaletas de laboratório, quando há escoamento e os experimentos confirmam e explicam os estratos escalonados que Johanens Walther tinha observado na fácies estudada por ele. Eles mostraram que os Princípios da superposição e da continuidade não se aplicam em nenhum dos casos: nem a fácies nem os estratos em seqüências sucedem-se cronologicamente. Ambos foram depositados simultaneamente para formar a seqüência estratigráfica. Os experimentos confirmam a lei de Walther em fácies.
Os experimentos de Rubin e southard realizados na canaleta , juntamente com as observações submarinas, estabeleceram a relação entre as condições hidrodinâmicas e as estruturas e depósitos. Esses depósitos e estruturas são encontrados em rochas sedimentares, e a partir delas podem ser determinadas às condições hidrodinâmicas, em particular a velocidade do escoamento, como Austin fez com relação ao Grupo Tonto. O valioso trabalho dele foi complementado com a descoberta do mecanismo de formação dos estratos, em nossos experimentos. 16.

 


3.3 Análise de Parâmetros para Simulações de Sobrevivência de Espécies Ancestrais

Tentatiivas de simular como números extremamente baixos de população de espécies como as citadas pela Bíblia, tem sido feitas, mas sem respeitar todos os itens , ou pelo menos o que se pode avistar deles com progressões de como seria o DNA de 4000 anos atrás. Em simulações assim o resultado é sempre negativo, ou seja, em poucas gerações, as espécies se extinguem.


Em debate sobre este tema com pesquisadores da área fui informado:
"Mesmo considerando a taxa de mortalidade como zero, o crescimento populacional chega ao máximo a 5,73% . Como é que 8 indivíduos conseguiriam chegar aos 6 bilhões atuais? (sem contar que depois de tantas guerras, desastres e epidemias tivemos grandes "baixas" nesse número)???

Esquece as mutações, pense somente numa população pequena e isolada sofrendo deriva genética...

Eu fiz a simulação para apenas 10 loci genênicos, todos inicialmente heterozigotos (variabilidade genética inicial 100%, como sugere o modelo bíblico), e os resultados foram:

-
Não sobrou nenhum heterozigoto (freqüência = 0.5)

Ou seja, na primeira mudança no ambiente, na primeira pressão seletiva que houvesse, e a população se extinguiria".17 Conforme o quadro abaixo:







 


Outro desafio que fazemos ao modelo evolucionista é que demonstrem como as mais de 500 espécies, supostamente "bem adaptadas", que atravessaram "supostamente" milhões de anos, muitas desde o cambriano (considerado como tendo existido a 500 milhões de anos atrás) estão em flagrante extinção se foram elas, semelhanes  genóptica e fonópticamente, que fundaram e sobreviveram a tragédias e isolamentos por tanto tempo?
O comportamento cientifico atual, em relação à sobrevivência de espécies ancestrais sobre os moldes darwinistas, se apresentam bastantes distantes de uma síntese, justamente por assumirem um certo atualismo genético, que torna nossa ancstralidade genealogicamente falando incapaz de sobreviver e dar bilhões de descendentes atuais.

Por um lado defendem a sobrevivência até em homozigose, destacando que isso ajudaria evolução e surgimento de novas espécies, pouco dando atenção ao aspecto sobrevivência. Por outro lado, defendem exatamente o oposto quando se apresenta um modelo de poucos ancestrais como o bíblico, com espécies hipervariáveis, saudáveis e longevas, neste caso partem para demonstrar com gráficos a extinção mesmo até em heterozigose máxima (claro que não levando em conta diversos aspectos)

A solução mais sensata a meu ver seria uma ancestralidade diferente, mais longeva, mais hipervariável, com acumulo quase zero de mutações deletérias, assim como podemos progressionar em diversas espécies como a "cheetah", onde caçadores ainda exibem a variação "azul" de algumas décadas atrás. Contudo, o preconceito anti-religioso não permitiria tal linha de raciocínio em meio acadêmico, e se criaria muito alvoroço e protestos, claros e escondidos

 


O certo é que os parâmetros que poderíamos deduzir para um DNA ancestral dentro desta perspectiva bíblica não mais existem, devido a muitas deleções de genes , genes que se perderam na quase eliminação das espécies durante o dilúvio, patrimônio genético perdido, genes não foram selecionados e fixados, mutações que não existiam não se pode monitorar, etc.Então que parâmetros teríamos?"

Testar um modelo sem estas e muitas outras informações, tais como informações de longevidade, seria impossível. Talvez se perseguir o máximo de dados disponíveis em raras especies de baixas populações e com alta VG, ou tanto no relato de Gênesis como na ciência moderna que os espelham, tais como milhares de fatores genéticos ligados ao envelhecimento, seria uma saída mais razoável, mas não menos complexa.

O aumento de hipervariabilidade genética claramente vista nas espécies ancestrais, deveria ser fator importante nesta averiguação. Pois temos casos hoje de poucos indivíduos conseguindo sobreviver e deixar muitos descendentes, bem como casos raros de populações pequenas com alta VG. A pergunta que nos surge é: Quê lições estes casos nos ensinariam? Até que ponto espelha o que pôde ter acontecido no recente passado?

Para que se façam tais simulação é fundamental que enxerguemos que a necessidade de heterozigose hoje não é a mesma, pois que os cruzamentos "salvadores" de espécies ameaçadas que se fazem hoje, acontecem com espécies primas, ou seja, espécies que descenderam de espécies-mães comuns, apontando para um maior patrimônio e potencial anterior, sempre que retornamos

 



Ora, não precisa calcular muito para entender que se retornarmos míseros 4000 anos encontraremos DNAs hipervariáveis, sem mutações deletérias e excepcionais

Um exemplo do que falamos em historia antiga é a quase ausência de relatos de natimortos apesar de todas as culturas incentivarem casamentos primos, o que até pelas baixas populações era algo forçoso.
http://www.orkut.com/Profile.aspx?uid=6040841756223344831

3.4 Justificativas que Demonstram Longevidade nas Populações Ancestrais

Apesar de muitos defenderem aumento de expectativa de vida da população atual, lembramos que "o que a medicina aumentou foi a expectativa de vida e não a idade máxima que as pessoas alcançam. Expectativa de vida é a média das idades. Se você combate a mortalidade infantil você aumenta a expectativa de vida, a idade média das pessoas mas eventualmente não acrescenta nada às suas idades máximas"


"É interessante observar que as idades máximas registradas foram de escravos e pessoas do terceiro mundo. O que o primeiro mundo registrou foi um percentual maior de pessoas idosas mas os recordes de idade não estão com eles. Expectativa de vida se relaciona com as doenças e o combate delas. Quanto maior a densidade demográfica e ou menor o grau de higiene, menor a expectativa de vida útil" 18

Outros fatores ligados a longevidade são:

3.4.1. Jacks Cuozzo prova hominideos vivendo mais 300 anos
http://www.jackcuozzo.com/swanscombe.html

3.4.2. Padrão fossil maior dos seres vivos , possuem estreita ligação com maior longevidade

3.4.3. Comparação clara de pessoas que vivem em lugares mais naturais , com habitos frugais, e mais longevidade..em toda parte

3.4.4. Tenho evidencia de alimentação mais vegetariana de neandertais pelos dentes (Cuozzo e outros), e evidencia de longevidade em cidades de população de vegetarianos como Loma Linda
http://br.youtube.com/watch?v=2PYfrvaQ36w

3.4.5. Engana-se quem pensa que na antigiudade o homem era "carnívoro", ou comia predominantemente carne. Estudos arqueológicos de Burkit concluiram que o homem consumia cerca de 300g de fibras por dia (que só existem em vegetais). Atualmente o brasileiro médio consome em média 13g de fibras diariamente. AS recomendações de fibras estão entre 25-50g (dependendo de idade e sexo)". Pouca fibra=câncer, e vegetarianismo = maior longevidade, ESTÁ PROVADO SUYN, I'm sorry pelos evos, mas a ciência agradece


3.4.6. A Biblia, que é documento arqueológico, é  uma evidencia que se demonstra  honesta pois não esconde até mesmo erros do seu proprio povo, ao contrario de muitas fontes

3.4. 7. Centenas de  relatos de outros povos, onde a tradição de falar de longevidade ancestral é uma marca

3.4.8. Progressões de aumento/diminuição de acúmulo de mutações deletérias  em pesquisa de 5000 doenças genéticas (Dr Sanford) o que implica diretamente em longevidade dos ancestrais


 

 

 

   
Cap. 4. Conclusão
Concluímos que a única saída para se explicar a não extinção das espécies ancestrais é que as mesmas possuíam genética diferenciada, algo próximo ao que a Bíblia relata. Que as espécies atuais, na sua maioria, já desgastadas, tendo perdido volume patrimonial genético e feitas às adaptações das mais diversas para sobreviverem, estão por sua vez, cada vez mais comprometidas e frágeis, como se demonstra hoje em inúmeras extinções, mesmo com posterior protecionismo humano. O que percebemos hoje, é que caso espécies sofram algumas pressões ambientais, elas se extinguem, devido a vários fatores e principalmente ao acumulo de carga genética que a seleção natural foi e é incapaz de conter (Dr Sanford), e principalmente por terem fugido de sua configuração original, a qual lhes permitia suportar mais alguma sobrevida, pois que estariam cada vez mais próximas do plano original do Criador.

Sofremos em media por dia 500.000 reparos em nosso DNA! Isso se dá devido a força fraca que unem as letras do DNA das células, esta realidade nos fala de um código genético fragil e ameaçado em toda historia humana e dos seres vivos. Nos fala de antepassados com menor suceptibilidade de defeitos que os seres atuais, o que nos recomenda a não só dar um basta na direção de melhora dos caminhos evolutivos sobreviventes, como já fez o neutralismo, mas de reinvindicar a tendencia entrópica para o futuro, o que nos recomenda automaticamente para um paraíso perdido no recente passado.



V- Glossário










VI- Bibliografia


1 NUNES, R Vieira "Os Vórtices da Extinção (Extinction Vortex)" Novembro de 2007 . Acesso em 19 de maio de 2008 < http://rvnunes.multiply.com/reviews/item/4>

2 VESPA, Thiago Baseado em "ESTUDO DA VARIABILIDADE GENÉTICA DE POPULAÇÕES DE ECHINOMETRA LUc**tER" Disponivel em ,
www.prp.unicamp.br/pibic/congressos/xvcongresso/cdrom/pibic/cadernosderesumos/LivroIC.doc -> e <http://pt.wikipedia.org/wiki/Estrela_d'Oeste>

3. CHANG, J T; OLSON, Steve "Modelling the recent common ancestry of all living humans", de Douglas L. T. Rohde (Instituto de Tecnologia de Massachusetts), Disponivel no site da Nature, em <http://www.nature.com> (Agência Fapesp, 1/10).

4 RECH, Elíbio "A biotecnologia, a sustentabilidade e a biodiversidade Brasileira" "Qual o impacto da biotecnologia sobre a diversidade genética?" Disponivel em <http://www.cib.org.br/pdf/biotecnologia_sustentabilidade_biodiversidade%20.pdf > <http://www.cib.org.br/faq.php?id=4> . Acesso em 19 de maio de 2008

5 KUCK, .Denis Weisz em "Variabilidade genética de peixes-bois é alarmante
Análise de DNA mitocondrial reflete drástica redução populacional e risco de extinção" Disponivel em <http://cienciahoje.uol.com.br/controlPanel/materia/view/2646> acesso em 19 de amio de 2008

6. FALCÃO, a j s; "Efeitos da Endogamia sobre Características de Reprodução, Crescimento e Valores
Genéticos Aditivos de Bovinos da Raça Pardo-Suíça" ROBERTSON, A. 1961. Inbreeding in artificial selection programmes. Genet. Res., 2:189-194 . Disponivel em <http://64.233.183.104/search?q=cache:rUIw4YQVQqEJ:www.scielo.br/pdf/rbz/v30n1/5439.pdf+%22Os+pr%C3%B3s+e+contras+da+endogamia%22&hl=pt-BR&ct=clnk&cd=2&gl=br> Acesso em 19 demaio de2008

7. .ALMEIDA, m J Oliveira; "CONSERVAÇÃO DE RECURSOS GENÉTICOS:, UTILITARISMO, PRESERVACIONISMO E CONSERVACIONISMO" Disponivel em < http://64.233.183.104/search?q=cache:TnCrKfR62i0J:www.ruralnet.com.br/upload/artigos/CONSERVA%C3%87%C3%83O%2520DE%2520RECURSOS%2520GEN%C3%89TICOS.doc+extin%C3%A7%C3%A3o+popula%C3%A7%C3%A3o+variabilidade+gen%C3%A9tica&hl=pt-BR&ct=clnk&cd=1&gl=br> Acesso em 19 de amio de 2008

8. MENDES, maximiliano em "Problema Dificil de Resolver" Disponivel em <http://www.orkut.com/CommMsgs.aspx?cmm=5266336&tid=2439440642721406082&kw=pool+genico&na=4&nst=-8&nid=5266336-2439440642721406082-2440161943824063618> Acesso em 19 de maio 2008

9.WIKIPEDIA "Chita (animal)"Disponivel em <http://pt.wikipedia.org/wiki/Chita_(animal)> Acesso em 19 de maio de 2008

10. HARTWELL, Sarah "Inbreeding de A à Z .Prós e contras da endogamia" 2003

11. SANFORD, john " Genetic Entropy & the Mystery of the Genome"
(October 2005) Disponivel em <http://en.wikipedia.org/wiki/John_C._Sanford>
<http://www.answersingenesis.org/PublicStore/product/Genetic-Entropy-the-Mystery-of-the-Genome,4632,226.aspx>
"O Dr. John Sanford, phd,"a maioria das mutações aleatórias são deletérias, e não neutras como proposto pela TE, "seleção natural não suficiente para filtrar estas mutações, a médio e longo prazo isto levará extinção
<http://www.uncommondescent.com/archives/1173>

12.HARTWELL, Sarah "Inbreeding de A à Z .Prós e contras da endogamia" 2003

13. TRIUNFOL, Marcia; PARIS, M B Rivero "O DNA mitocondrial de Eva" Disponivel em <http://www.odnavaiaescola.com/artigo-eva.htm> Retirado do site O DNA vai à Escola. Acesso em 19 de maio de 2008

14 SILVA, W Santos, "Uma discussão sobre árvores evolutivas humanas obtidas de estudos com marcadores moleculares" Revista Criacionista numero 69 , segundo semestre de 2003, pag 36

15. DELONG, B; COHEN, J E "Estimating World GDP, One Million B.C. - Present" Disponivel em <http://www.j-bradford-delong.net/TCEH/1998_Draft/World_GDP/Estimating_World_GDP.html> Acesso em 19 de maio de 2008

16. Berthaut G. 1986, Sedimentology-experimens on lamination of sedimdiments" Austin, S A ,1994 "Grand Canyon, Monument to catastrophe" ICR, USA < http://qao.sites.uol.com.br/apostilageseao.htm> Acesso em 19 de maio de 2008

17 SUYNDARA, "Réplica ao Sodré" Disponivel em <http://www.orkut.com/CommMsgs.aspx?cmm=26688928&tid=2597695239025054347&na=4&nst=160&nid=26688928-2597695239025054347-5202378522903958155> Acesso em 19 de maio de 2008

18 JANSEN, w " Adão, Seus Filhos, População Mundial e Longevidade" Disponivel em <http://www.orkut.com/CommMsgs.aspx?cmm=26796515&tid=2524926147072319710&kw=120+anos> Acesso em 19 de maio de 2008

19. CUOZZO,Jacks "Buried Alive: The Startling Truth about Neanderthal Man" Disponível em <http://www.jackcuozzo.com/swanscombe.html> acesso em maio de 2008

20. JANSEN, w " Adão, Seus Filhos, População Mundial e Longevidade" Disponivel em <http://www.orkut.com/CommMsgs.aspx?cmm=26796515&tid=2524926147072319710&kw=120+anos> Acesso em 19 de maio de 2008

21. ´PADRÃO, A P "SBT Realidade - Estilo de Vida Adventista" Disponivel em <http://br.youtube.com/watch?v=2PYfrvaQ36w> acesso em 19 de maio de 2008

22. ANDRADE, S. C "Carne e Câncer" Disponível em < http://www.orkut.com/CommMsgs.aspx?cmm=26688928&tid=2595900350638544949&kw=+Burkit+concluiram+&na=3&nid=26688928-2595900350638544949-2596186286021636227&nst=71> Acesso em 19 de maio de 2008

23 PAULO J. O Mito do 1% Disponivel em acesso em 19 de maiode 2008

Um exame mais cuidado dos dados publicados provenientes do projeto do genoma do chimpanzé revela outras diferenças profundas que fazem com que a alegação de 1% de diferenças pareça um tanto tolice. Estas incluem: 1. Diferenças estruturais básicas entre os cromossomas das duas espécies incluindo o número de cromossomas, a posição dos centrómeros [3] e o número de inversões de segmentos e de relocações; 2. Diferenças profundas entre as espécies na seqüência do DNA dentro dos telomeros [4] nas extremidades de cada cromossoma; 3. Seqüências de DNA únicas em cada espécie envolvidas no controle particular e complexo de genes similares; e 4. Regiões radicalmente diferentes e especificas de cada espécie envolvidas na Recombinação Genetica [5], um processo iniciando na meiose que conduz à formação do esperma e do ovo.

Um trabalho mais recente destacou diferenças entre os seres humanos e os chimpanzés que são muito mais profundas do que se tinha reconhecido anteriormente. Por exemplo, Oldham at al. publicaram um trabalho que descreve redes geneticas nos cérebros do ser humano e do chimpanzé no "Proceedings of the National Academy of Sciences" [6]. De acordo com estes autores, 17.4% das conexões de rede no cérebro foram encontradas no ser humano mas não no chimpanzé. Para além disso, Matthew Hahn e colegas de trabalho relataram uma diferença de 6.4% no número da cópias de gene entre o ser humano e o chimpanzé, num artigo de dezembro 2006 da PLoS One [7].

Com a publicação continuada de dados do projeto ENCODE, tornar-se-á cada vez mais difícil manter a mitologia do 1% de diferença entre as duas espécies. As implicações para a evolução Darwinista são muitas.


Links:

[1] - Science - http://www.ncbi.nlm.nih.gov/sites/entrez?cmd=Retrieve&db=PubMed&dopt=Citation&list_uids=17600195

[2]- Genoma do Chimpanzé - http://www.ncbi.nlm.nih.gov/sites/entrez?cmd=Retrieve&db=PubMed&dopt=Citation&list_uids=16136131

[3] - Centromeros - http://en.wikipedia.org/wiki/Centromere

[4] - Telomeros - http://en.wikipedia.org/wiki/Telomere

[5] - Recombinação genética - http://en.wikipedia.org/wiki/Genetic_recombination

[6] - Proceedings of the National Academy of Sciences - http://www.ncbi.nlm.nih.gov/sites/entrez?cmd=Retrieve&db=PubMed&dopt=Citation&list_uids=17101986

[7] - PLoS One - http://www.ncbi.nlm.nih.gov/sites/entrez?cmd=Retrieve&db=PubMed&dopt=Citation&list_uids=17183716

http://www.orkut.com/CommMsgs.aspx?cmm=14251159&tid=2544078963181814212&start=1

Mais Consultas


APREMAVI (Associação de Preservação do Meio Ambiente do Alto Vale do Itajaí). No Jardim das Florestas Org. Miriam Prochnow. Rio do Sul: Apremavi, 2007.

BIRDLIFE INTERNATIONAL. Threatened birds of the world. Lynx Edicions, Barcelona, e BirdLife International, Cambridge, Reino Unido. 2000.

BLOMQVIST, D.; PAULINY, A. Caught in extinction Vortex? A Population decline and genetics in a. metapopulation of Southern Dunlins (Calidris alpine). Departament of Zoology, University of Gothenburg, Sweden. 2007.

CORDEIRO, P.H.C. A Fragmentação da Mata Atlântica no Sul da Bahia e suas implicações na conservação de Psitacídeos. Instituto de Estudos Sócio-Ambientais do Sul da Bahia e Conservation International do Brasil. 2003.

DARWIN, C. A Origem das Espécies. Texto Integral. Tradução: John Green. São Paulo: Editora Martin Claret, 629 p. 2006.

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O declínio genético do Homem

 

 

Fonte

No ano de 1993, Lori Oliwenstein escreveu na revista Discover:

Começando pela primeira célula se aglutinou dando origem à sopa primordial, até à complexidade do Homo sapiens, a evolução da vida – como toda a gente sabe – tem sido impulsionada rumo a uma maior complexidade.  O único problema com o que toda a gente sabe . . é que não há a mínima evidência de que é verdade.1

Não há qualquer tipo de evidência que confirme as noções evolutivas da humanidade ir ficando cada vez mais apta. Da mesma forma que não se escapa da morte, não se escapa do atrito biológico. Os fósseis, a genética, e a História apontam para um declínio implacável da humanidade.

Os fósseis de ossos humanos revelam que os homens eram muitos maiores no passado do que são agora. Os Neandertais eram um povo antigo que vivia nas cavernas numa área que se estendia da Europa a Israel.

Um característica peculiar dos Neandertais é exagerada dimensão dos seus troncos e dos ossos dos membros. Todos os ossos preservados sugerem uma força raramente atingida pelo homem moderno.2

O antropólogo Peter McAllister pesquisou pegadas de fósseis humanos na Austrália e apurou que quem quer que fez essas pegadas corria mais rapidamente que o sprintercampeão Usain Bolt.3 Paralelamente, locais europeus pertencentes ao Paleolítico mostram que os humanos eram maiores então, e que nós experimentamos um “vincado declínio na altura“, declínio esse que nunca mais nos permitiu recuperar a altura inicial.4

O declínio no tamanho e na força parecem consistentes com o declínio genético geral observado tanto nos estudos das sequências genéticas 5 como também no programa que monitoriza as mutações chamado de “Mendel’s Accountant”. As mutações alteram a complicada informação em código celular, e a maior parte das alterações não têm qualquer tipo de efeito nas células.

Cada uma das pequenas alterações tem um impacto tão reduzido que o mesmo não é detectado ou removido pelo mecanismo de reparação genético. Simulações que usam parâmetros biologicamente realistas, tal como 60 mutações e seis filhos por cada geração, claramente mostram que a aptidão diminui a cada geração. 6

A implacável acumulação destas corrupções genéticas progressivamente corrói o código genético original:

Se as mutações sem utilidade (ou deleteriosas) são transmitidas para a geração seguinte, elas formarão de modo incremental  um largo lastro de material sem utilidade.7

Os escritos antigos relatam eventos em torno de heróis com grande força física. O Épico de Gilgamesh descreve o genuíno Rei Gilgamesh como alguém extraordinariamente forte, tendo lutado com uma besta-fera com a aparência dum dragão. Muitas outras lendas contam histórias de homens fisicamente bem construídos. Beowulf “encontra-se bem registado na História. Ele foi o filho de Ecgtheow, havendo nascido no ano AD 495”, e era famoso pelo seu tamanho, que lhe permitiu lutar contra répteis gigantes que se encontram agora extintos na Dinamarca.8

As Escrituras descrevem também pessoas que eram mais altas e mais fortes que as actuais. Golias tinha mais de 2,7 metros de altura, e a sua “cota de malha” pesava cerca de 56 quilos, para além de outro equipamento de guerra que ele carregava.9 Para além disso, os Israelitas mataram Ogue de Basã, que tinha cerca de 4 metros de altura cuja cama tinha cerca de 4 metros de altura e 1,75 de largura.10

A expectativa de vida também diminuiu drasticamente, tal como registado em Génesis 11, o que, mais uma vez, revela mais perda biológica e não ganho. Este ciclo de deterioração inevitável teve início quando o pecado e a morte entraram no mundo.

Felizmente, a Bíblia proclama que o Senhor Jesus conquistou a morte e disponibiliza a redenção do pecado. A salvação vem mediante fé de que “Cristo morreu pelos nossos pecados, segundo as Escrituras, E que foi sepultado, e que ressuscitou ao terceiro dia, segundo as Escrituras,”11 Para aqueles que acreditam, o Senhor Jesus Cristo por fim irá “Que transformará o nosso corpo abatido, para ser conforme o Seu Corpo Glorioso, segundo o seu eficaz poder de sujeitar, também, a si todas as coisas”12

Referências
  1. Oliwenstein, L. 1993. Onward and Upward? Discover. June: 22.
  2. Trinkaus, E. 1978. Hard Times Among the Neanderthals. Natural History. 87 (10): 58. Quoted in Lubenow, M. 2004. Bones of Contention. Grand Rapids, MI: Baker, 78.
  3. Usain Bolt would have been outrun by our ancestors, claims anthropologistTelegraph. Posted on telegraph.co.uk October 19, 2009.
  4. Holt, B. M. and V. Formicola. 2008. Hunters of the Ice Age: The biology of Upper Paleolithic people.American Journal of Physical Anthropology. 137 (47): 70-99.
  5. See Thomas, B. The Human Mutation Clock Is TickingICR News. Posted on icr.org July 7, 2011, accessed December 15, 2011.
  6. In this simulation program, “fitness” directly correlates to net genetic information loss or gain accrued over a set number of generations. See Vardiman, L. 2008. The “Fatal Flaws” of Darwinian TheoryActs & Facts. 37 (7): 6.
  7. Hobrink, B. 2011. Modern Science in the Bible. New York: Howard Books, 140.
  8. Cooper, B. 1994. After the Flood. Chichester, UK: New Wine Press, 148.
  9. 1 Samuel 17:5.
  10. Deuteronomy 3:11.
  11. 1 Corinthians 15:3-4.
  12. Philippians 3