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“SER HOMOSSEXUAL É UM SOFRIMENTO, NÃO UMA ESCOLHA"

Como James Parker deixou de ser homossexual

Provavelmente pode-se dizer que tornei-me heterossexual acidentalmente. Nunca foi algo planeado de forma relevante; a terapia foi uma tentativa de resolver os problemas que eu tinha nas relações e não uma tentativa de resolver a minha identidade sexual. Eu nunca tive desejo de alterar a minha sexualidade mas foi isso que aconteceu - e de facto, eu mudei tudo. Havendo tido centenas de parceiros sexuais, eventualmente casei-me com uma mulher e tive uma filha e isso mudou por completo a visão que eu tinha da vida. Deixei de ser uma pessoa arrogante que falava alto, tentando desesperadamente mascarar as profundas inseguranças que sentia sempre que me encontrava dentro dum grupo, para um homem forte e assertivo, amante de desportos e filmes de guerra. Com 46 anos, nunca me senti melhor na minha pele.
Mas antes de entrar em detalhes em torno da minha conversão, voltemos ao princípio.
Eu soube que era homossexual quando tinha 10 ou 11 anos. O meu próprio primo tinha-se assumido e eu apercebi-me que as minhas atracções eram as mesmas. Com 10 ou 11 anos, os rapazes começam a interessar-se pelas raparigas, mas eu só estava interessado nos rapazes. Eu claramente fazia parte do grupo 6 da Escala de Kinsey - homem exclusivamente homossexual sem qualquer tipo de desejos heterossexuais.
A minha adolescência foi um inferno. Pensei no suicídio com frequência, e,para além de ter um crescente problema com o álcool e a pornografia, ocasionalmente infligi dano fisico a mim mesmo. Assumi-me perante os meus pais quando tinha 17 anos com a face coberta de lágrimas. Mas o meu pai e a minha mãe foram espectaculares; eles disseram que sempre souberam e afirmaram o seu amor incondicional por mim. Os meus colegas de escola também me disseram que há já algum tempo que sabiam e deram-me o seu apoio. O processo de me "assumir " não foi tortuoso ou traumático.
Quando tinha 18 anos mudei-me para Londres proveniente do norte da Inglaterra, e abracei por completo a minha identidade homossexual. Tornei-me na primeira pessoa a viver abertamente como homossexual na secção da universidade que frequentei, chegando até a estabelecer um grupo lgbt para outros estudantes e falando de modo activo contra aqueles que sugeriam que ser homossexual era, ser alguma forma, uma escolha.
Nunca senti a necessidade de mudar. Nasci homosexual e isso era tudo o que eu precisava de saber. Fim. Embora eu tivesse sido educado como Cristão e tivesse frequentado o Movimento Cristão lgbt em Londres, eu deletava-me no ambiente homossexual da capital e tinha um estilo de vida muito promíscuo. De facto, calculo que eu tenha tido 200 parceiros sexuais.
Eventualmente, estabeleci-me numa relação duradoura com um namorado, um ex-soldado e veterano das Falklands, e consideramos casar no estrangeiro - ou pelo menos estabelecer uma união civil. Mas por volta desta altura eu tomei a decisão de ter um relacionamento com Cristo, o que me permitiu examinar mais profundamente a minha vida. Apercebi-me que havia assuntos por resolver dentro de mim, assuntos esses que se centravam no comprimisso. Descobri que eu tinha um medo enraizado de rejeição, era muito ansioso e usava as pessoas. Tinha um medo inato dos homens - não medo da sua homofobia, mas o que realmente importava: um abismo entre mim e os homens heterosexuais normais (os assim chamados "Números Um" da Escala de Kinsey).
Como forma de começar tudo de novo, terminei o relacionamento que tinha com o meu parceiro de longa data e, sob sugestão dum amigo meu, comecei a ter terapia como forma de resolver os meus problemas com o compromisso. Não havia nada de brutal ou lancinante àcerca da ajuda que recebi; as histórias de horror que são faladas nos documentários em torno da "conversão" homossexual-heterosexual não se aplicam aqui. O que aconteceu foi terapia cognitiva (para colocar em causa as minhas crenças e eliminar todo o tipo de viés), terapia comportamental (para alterar as acções problemáticas treinadas através de anos de consolidação), e EMDR (que usa movimentos oculares rápidos como forma de amortecer o poder das memórias traumática)s.
O meu terapêuta nunca se focou de modo exclusivo no facto de eu ter atracção por homens, mas o facto de eu "ser homossexual" fazia parte do nosso diálogo (se assim não fosse, eu estaria a deixar de lado uma parte da minha vida). A maior parte da minha caminhada centrava-se em eu ser capaz de perdoar as pessoas que eu precisava de perdoar, e entender que em fases da minha vida, eu havia erigido muros contra os outros (especialmente contra os meus pais e os meus irmãos).
Eventualmente eu apercebi-me que enquanto era rapaz, eu havia falhado em interagir de modo importante com outros homens. Eu havia olhado para mim como alguém rejeitado pelos homens, mesmo quando era rapaz, e tinha feito um voto de nunca confiar de modo profundo em homem algum. As pessoas tentaram-me alcançar mas eu  tratei-as com desprezo, incluindo o meu pai e os meus dois irmãos mais velhos. Não é de admirar portanto que durante a minha adolescência os homens se tenham tornado num mistério para mim, precisamente quando eu os comecei a desejar e a alimentar o meu desejo através da pornografia.
Também me apercebi que me havia lançado por completo no mundo feminino sem qualquer contra-balanço masculino, mas eu desprezava as mulheres por terem a habilidade natural de seduzir todos os aspectos dos homens heterossexuais, algo que eu não conseguia. Descobri que o meu lugar não era no meio das mulheres.
Muitas das minhas crenças cardinais foram colocadas em causa - o meu aspecto, o meu corpo, a minha forma de andar - e o meu terapêuta desafiou-me a observar onde é que eu não era como os outros homens, e em que partes eu era. O terapêuta começou a tratar de coisas tais como a minha voz e a minha maneira de andar - ele estava a dar-me autorização para pensar duma forma diferente, e fazer as coisas duma maneira diferente.

Aceitação.

Os meus receios e as minhas ansiedades enventualmente diminuiram e eu comecei a sentir-me mais aceite junto dos homens e das mulheres. Passei de alguém que rejeitava por completo a identidade masculina para alguém que a abraçava; a minha postura mudou, comecei a andar duma forma mais heterossexual e perdi o meu jeito de andar amaneirado. A minha voz ganhou um novo tipo de ressonância de tal modo que as pessoas passaram a comentar isso com regularidade.
Comecei a ver que se calhar, se calhar, eu nunca havia sido verdadeiramente homossexual e que escondido dentro de mim, desejoso de ser liberto e solto, havia um homem tão real e tão nobre como os homens que eu admirava, reverenciava e desejava.
O contacto físico com as mulheres, até tocar no seu cabelo, tornou-se mais agradável. Comecei a gostar de ser homem e a gostar da companhia das mulheres, mas isso não quer dizer que em me sentia atraído a todas as mulheres que eu encontrava (afinal, eu já não era um adolescente). Mas isto foi um processo gradual que eventualmente levou aos encontros românticos e aos relacionamentos.
Actualmente encontro-me casado com a mesma mulher há 8 anos com quem tenho uma filha de 5 anos. Adoro a arte e o teatro, mas gosto de desportos colectivos de uma forma que me assustava quando era uma criança. Um dos meus filmes favoritos é o filme "Saving Private Ryan" porque centra-se na irmandade e na profunda amizade masculina, algo que, no passado, eu nunca gostei-
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Será que hoje em dia sou exclusivamente heterossexual? A maior parte do tempo, sim. Mas para a maior parte das pessoas existem períodos onde a sexualidade pode ser bem fluida. Por vezes isto também se aplica a mim. Não sinto saudades do estilo de vida homossexual que deixei para trás - quando visitei o meu ex-namorado, cinco anos depois da terapia, apercebi-me das desvantagens deste estilo de vida. A sua voz havia-se tornado debilitada e fraca e ele havia contraído o HIV.
Sei mais do que nunca que, a longo prazo, a minha decisão de considerar terapia, e mais tarde a terapia que se dedica a reparar orientação sexual mal-formada, salvou a minha vida. Salvou também bastante dinheiro aos contribuintes visto hoje acredito que se tivesse ficado no homossexualismo eu acabaria por considerar, e invariavelmente a pedir, uma operação de redesignação sexual à custa do dinheiro público.
Mas as mudanças na minha vida (e na vida do meu ex-namorado) não me motivam a querer pregar a alguém ou a tentar converter os outros. A terapia pode ser perigosa e não há motivo algum que justifique que alguém se sinta forçado a "converter". Mas hoje acredito que ninguém nasce homossexual, e que qualquer pessoa pode desenvolver o tipo de identidade oculta que eu encontrei.

 

 

“SER HOMOSSEXUAL É UM SOFRIMENTO, NÃO UMA ESCOLHA NEM

UM PECADO EM SI” [LEIA A ENTREVISTA COM UM GAY QUE

ENCONTROU O CAMINHO DA LIBERDADE]

 

Quem dá seu testemunho é Philippe Ariño, homossexual espanhol de 34 anos, que atualmente leciona em Paris

Blogueiro e participante do universo ativista LGBT, começou-se a falar dele em 2011, quando Phillipe Ariño revelou que havia mudado de vida. Em 2013, ele guiou, em primeira linha, a batalha contra a legalização do “casamento para todos” francês; é autor do livro “L’homosexualité en vérité”, que na França vendeu mais de 10 mil cópias.

Foi ele quem aconselhou Frigide Barjot, ex-porta-voz da “Manif pour tous”, que não falasse de “heterossexualidade”, porque “assim se perde não só a batalha, mas também a guerra”.

Entrevistado por Tempi.it, Ariño explica que, “para salvar o ser humano, é preciso ir à origem do problema. É isso que tentamos fazer nas ruas com os veilleurs” (os “veladores”).

Conte-nos sua história. Como você cresceu?

Eu tinha uma péssima relação com o meu pai e, na adolescência, eu não conseguia fazer amizades masculinas. Depois entendi e reconheci que minhas tendências homossexuais eram sintoma de uma “ferida”: só dessa maneira meu sofrimento começou a diminuir.

Ser homossexual é um sofrimento; não é uma escolha, um pecado ou algo inócuo. Conheço mais de 90 pessoas com pulsões homossexuais que foram estupradas. Agora, o mundo LGBT me odeia porque conto isso, mas eu repito a eles também: a homossexualidade é uma ferida que não se alivia fazendo sexo. Se você não admitir isso, nunca terá paz.

Quando sua forma de entender a homossexualidade mudou?

Em 2011, descobri a beleza da continência. Eu havia começado a reconhecer que alguma coisa não estava bem e voltei à Igreja. Durante uma conferência, falei da minha situação e percebi que me ajudava. E não só isso: explicando o meu drama, consegui ajudar muitas pessoas, incluindo homens e mulheres casados.

Foi difícil?

EU encontrei um caminho, mas há muitos. Outros também conseguem superar estas pulsões; eu descobri que, reconhecendo a minha ferida e oferecendo-a a Cristo e à Igreja, minha condição dolorosa se transforma em uma festa. Ao não praticar a homossexualidade, não estou dizendo “não” às minhas pulsões, mas “sim” a Deus: é um sacrifício para ter o melhor, o máximo, algo que antes eu não tinha. Podemos pensar que o Senhor só nos ama se estivermos bem, mas acontece o contrário: Ele ajuda quem precisa dele e, se você lhe oferece os seus limites, Ele faz grandes coisas.

Por que as relações homossexuais não o faziam feliz?

Ao me relacionar com outros homens ou olhar para eles de maneira possessiva, eu sentia satisfação no momento. Mas estava sozinho e nunca me sentia completo. É então que caímos na ilusão de achar que podemos viver a sexualidade como os outros, mas, na verdade, a sexualidade só pode ser vivida na diferença sexual.

O que mudou concretamente na sua vida?

Antes, eu me sentia sempre inferior aos homens, porque a homossexualidade é invejosa. Agora, após descobrir que Deus me ama e que sou seu filho, querido e amado, não me sinto inferior a nenhum homem. Assim, depois de muitos anos, descobri a beleza da amizade masculina, que eu não trocaria pelas relações do passado – quando eu fingia estar me realizando.

Pessoas como você, que abandonam seu passado, não são muito queridas pela comunidade LGBT. Como você se relaciona com o universo que frequentava?

Eles me colocaram na lista negra. Ficam me ameaçando e me etiquetam de homofóbico, mas eu não teria sobrevivido junto deles: é um mundo de mentiras, que exteriormente se mostra alegre, mas dentro está cheio de raiva e tristeza. A maioria dos atos homofóbicos e dos insultos contra as pessoas com tendências como as minhas provêm de pessoas que têm feridas como as minhas, que gritam e vociferam porque são frágeis.

Os ativistas podem aplaudir quando você fala, mas você só é visto em sua sexualidade, como se fosse um animal ou um indivíduo de série B que precisa ter direitos especiais. É por isso que eu digo que somos os piores inimigos de nós mesmos. Na Igreja, no entanto, encontrei pela primeira vez alguém que me acolheu como pessoa, levando em consideração tudo o que o Philippe é.

Você costuma afirmar que a homossexualidade está se propagando. Por quê?

A identidade é cada vez mais frágil. Propaga-se porque o homem e a mulher, também os que moram juntos, muitas vezes não reconhecem a beleza da diferença e já não se encontram. Não sabem por que se casam, estão juntos mas ao mesmo tempo sozinhos, vivem a relação de maneira egoísta e não entram em comunhão. Só sobra o sentimento, enquanto este durar.

Por que os dois sexos se sentem tão distantes e alheios um do outro?

Penso que, quando se corta o vínculo com Deus, tudo se torna inimigo nosso, e então também surge a desconfiança entre o homem e a mulher. No entanto, as pessoas deveriam se casar para ajudar-se mutuamente a voltar Àquele que as criou: onde o homem não chega, chega a mulher. Do contrário, resta apenas a possessão que divide. E tudo isso prejudica os filhos. Se não partimos dessa consciência, nunca resolveremos o problema. Se jogamos a partida em outros campos, já a perdemos.

A que você se refere?

A ministra francesa de Justiça, Christiane Taubira, mãe da lei sobre o casamento gay, começou dizendo que era preciso distinguir entre casamento heterossexual e homossexual. Isso é uma mentira terminológica que não se ajusta à realidade e que não podemos aceitar. É preciso dizer que a heterossexualidade não existe: existem apenas o homem e a mulher, diferentes e complementares.

Além disso, não se deve excluir do debate a questão homossexual em si mesma. Se ela está se propagando, é responsabilidade de cada um de nós entender o que é e de onde vem, fazendo compreender o que estamos enfrentando. Pelo mesmo motivo, sempre digo que não é suficiente fazer um discurso cujo ponto de partida seja o direito das crianças, mas no qual se omite e tolera com indiferença as relações homossexuais. Só entendendo o sofrimento que deriva disso, e o fato de que se trata de uma amizade ambígua, incapaz de amor, se compreende que o único leito de crescimento para uma criança é a família com pai e mãe.

Inclusive nos casais do mesmo sexo mais estáveis, nos quais se busca o respeito, não há felicidade. Conheço alguns e muitas vezes são precisamente eles que me entendem. Durante uma conferência, um homem que vivia uma união estável há mais de 20 anos, me disse: “Como você tem razão!”. Outros se perguntam: “Mas que vida estamos vivendo?”. Quando a pessoa entende isso, já não pode dizer: “Coitados; vamos deixar que vivam como quiserem” e fazer o papel de “caridosos”, como ocorre hoje.

O que acontecerá com as crianças que crescem nesse novo modelo de “família”?

Se a criança não aprende a beleza da diferença, não será capaz de amar. Uma sociedade que finge exaltar as diferenças, mas depois as trata como uma ameaça, está educando uma geração que não saberá acolher o outro. Vivemos em um mundo que se recusa a encarar a realidade, com suas contradições e limites, como os da sexualidade – vista hoje como um perigo. Esta deformação da realidade humana está conduzindo a um colapso antropológico. E quanto mais avançarmos neste sentido, mais crescerão as formas de solidão, neurose e violência.

O que se pode fazer?

Respeitar a realidade e tentar voltar a entender sua finalidade. No que diz respeito a mim, eu digo que Jesus, sua verdade e a Igreja são o caminho para amar, ser amado e servir.

***

(Artigo publicado originalmente por Religión en Libertad) Via: Aleteia.

 

 

Causas do Homossexualismo
(Estamos desenvolvendo esta pesquisa sobre a etiologia do homossexualismo, qualquer contribuição agradecemos)
 
 
 
1. Relação com Divorcio, mães solteiras e/ou carência acentuada pela falta de afetividade paterna
 
2. A figura materna prevalecente
 
3. Tendencias genéticas favoráveis a personalidade não dada a casamento ou muito sensível a traumas  
 
4.Tendencias genéticas favoráveis a personalidade não dada a casamento ou muito sensível a influencias de personalidade 
 
5. Experiências Prazerosas na Infância (Pedofilia)
 
6. Mudança de zona erógena
 
7. Aspectos espirituais e sobrenaturais 
 
 
 
 
 
 

 
 
INTRODUÇÃO
 
 
Existem três cores básicas que dependendo da saturação das mesmas, temos diversas outras cores. Em nossa vida, temos 3 dimensões:
 
1. A fisiológica,  genética,  herdada, "nasceram eunucos" "até terceira e quarta geração"
2. A psicologica, educacional, ambiental "os homens os fizeram eunucos"
3. A espiritual "a si mesmo se firam eunucos por causa do reino dos ceus"
 
A presença e predominio destas dimensões em nossa vida, nos dirão quem seremos, transformaremos e aparentaremos. 
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"Se taparmos o olho esquerdo de um recém-nascido por 30 dias, a visão daquele olho jamais se desenvolverá em sua plenitude. Estimulado pela luz, o olho direito enxergará normalmente, mas o esquerdo não. Ao nascer, os neurônios das duas retinas eram idênticos, porém os que permaneceram no escuro perderam a oportunidade de ser ativados no momento crucial. Tem sentido, nesse caso, perguntar o que é mais importante para a visão: os neurônios ou a incidência da luz na retina?" Drauzio Varella - "Causas da Homossexualidade"
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Aqui neste artigo abordaremos a questão de forma a não condenar as pessoas ; pois "quem tiver sem pecado que atire a primeira pedra", mas tentaremos estudar a questão de forma a contribuir para mais compreensão, principalmente daquele que sofre com este problema. 
O homem não é um ser apenas fisiológico, nem apenas psicológico, mas ele é também um ser moral e espiritual (Giovanette)
Muitas pessoas querem dissociar o lado fisico e psicológico do lado moral  e espiritual, isso é tapar o sol com a peneira pois em toda historia humana, o homem se revelou nestas três dimensões e não apenas nas duas. 
Houve um tempo quado surgiu a ciencia que se pensava mais fisiologicamente e mecanicamente todas as coisas, depois abriu-se espaço para pensar mais psicologicamente as coisas. Hoje há grandes centros de saúde realizando concomitantemente a tratamentos ficiologicos e psicologicos, tratamentos de cunho metafisico e espiritual, resgatando assim sabedorias milenares que o modelo  estrito a mundo fisico havia marginalizado. 
Quanto ao aspecto sagrado e espiritual , assim me expressei em recente noticia de um russo ligado a APPLE  que teria dito ser a favor de que se queimem os gays:
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Nós preferimos pensar mais no perdão e amor de Deus que na condenação de todos os tipos de erros, e fabricamos um Deus segundo nossas idéias e não segundo Jesus revelou, devemos lembrar que a condenação existe também. 

Estava lendo um livro de geologia da USP chamado "Decifrando a Terra" onde demonstra que na região de SODOMA E GOMORRA há uma grossa camada de carvão que revela que tal evento possivelmente ocorreu mesmo, depois vi no youtube que outras cidades antigas repletas de prostituição como POMPEIA também foram queimadas . "Prostituição Em Pompeia(Silbrasil)".

Muitos asseguram que isso se trata de acontecimentos naturais , mas na duvida se certas coincidências são somente naturais ou não, é melhor não ultrapassar. 

Jesus diz que o inferno vai queimar todo tipo de pecadores, egoístas, injustos, idólatras, violentos, sem amor, sem humildade, etc...diz também que até na última hora se a pessoa se arrepender e pedir pra ir pro paraíso ela é salva e perdoada como o ladrão na cruz (porque a salvação é de graça já que ele pagou todos nossos pecados). 

Independente de ser isso verdade ou não, somos todos fracos pecadores, cada um de nós erra num aspecto da vida, e precisamos do perdão de Deus; inclusive também os homens violentos que querem se colocar no lugar de Deus pra fazer justiça contra aqueles que pecam em uma situação diferente da deles, e mesmo sendo pecadores querem atirar suas pedras.

Eu creio que Jesus vai compreender cada caso e vai dar o justo castigo, nem pra mais e nem pra menos ao que a pessoa mereça (Lucas 12:47 " ao que muito conheceu muito será cobrado, e ao que pouco conheceu, pouco será cobrado" ). 

Todos temos alguma fraqueza, o importante é você e eu ouvirmos a mesma voz de Jesus a Maria Madalena, nos perdoando e pedindo pra ir e não pecar mais. "Crê no Senhor Jesus e serás salvo , tu e tua casa" .

Abraços a todos os gays e outros tipos de pecadores como eu.
 
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O homossexualismo e o ser afeminado está aparecendo cada vez mais nas nunces populacionais. Está crescendo muito nos ultimos anos e cada vez mais encontramos gays nas relações sociais e muito comumente nas eclesiasticas, as mesmas que seguem a Biblia de Sodoma e Gomorra (fato atestado pela geologia no livro "Decifrando a Terra" da USP) e Romanos 1:27 onde Paulo diz claramente ser o homossexualismo um pecado vil.
Hoje é muito comum encontrarmos mães cristãs de gays e gays frequentadores de alguma Igreja, as vezes assumidos ou não, e muitas vezes com um jeito feminino de ser. Os moralistas em geral suportam gente arrogante, egoísta , falsa, prostitutos, adúlteros, violentos, etc.. ao mesmo tempo que  codenam com veemência os gays. Fazem como Shakespeare dizia que nós precisamos exaltar o erro dos outros para nos  sentirmos mais leves e "melhores".
Por isso me empenho aqui em buscar o entendimento deste fenômeno social e esclarecer alguns pontos etiológicos,  suas possiveis causas , porque percebo que podemos nos ajudar a lidar melhor com esta situação cada vez mais presente, sobretudo em contexto da necessidade de pregação do evangelho que inclui as cartas paulinas e advertencias de Jesus sobre Sodoma e Gomorra.

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) encontrou 60 mil brasileiros que declararam viver com alguém do mesmo sexo, este numero é bem maior se levássemos em consideração os que não vivem maritalmente, os que não assumem sua identidade e aqueles vivem mais sozinhos.
 
"Há eunucos que nascem eunucos" disse Jesus. 10% dos homossexuais tem cerebro feminino diz estudo publicado no livro "porque os homens fazem sexo e as mulheres amor" a genética acumula defeitos que a seleção natural não filtra. (JC sanford, Gerald Crabtre) devemos entender que qualquer anormalidade é suspeita de defeitos geneticos no caso hormonais e foge aos planos divinos que julgará cada caso conforme cada situação. Apesar disso, as maiores causas para homossexualismo é traumas emocionais ligadas a afetividade paterna, dominio da mãe (Freud) e traumas de infãncia, mudança de zona erógena pelo acariciar da prostata.

 
 
 
1. Relação com Divorcio, mães solteiras e/ou carência acentuada pela falta de afetividade paterna
 
CARÊNCIA DO CARINHO DO PAI QUE NÃO TEVE
 
Depois de anos de observação,vi que  muitos casos de homens gays que foram crianças carentes de um pai ausente, morto ou que não lhes dava amor e carinho que se apaixonam por homens, ou adquirem a tendencia de se apaixonarem por homens,  que lembram sua doce e carência infantil não satisfeita.  Ego ferido pode produzir  paixão , as vezes pessoas nos conquistam mais nos desprezando, pisando, humilhando. Pessoas mais fracas como crianças são mais suceptíveis a isso que adultas.  Sua paixão não resolvida com um pai ausente presencial ou sentimental, tenderá a acontecer de forma avassaladora. Isso ocorre tambem com moças novas que se apixonam por pessoas mais velhas, na verdade estão encontrando o pai que não tiveram de alguma forma. A infancia influencía fortemente muitas de nossas caracteristicas e com certeza não podemos excluir o comportamento homossexual.

Comecei a perceber essa relação quando acompanhei um caso onde o pai não demonstrava amor ao filho, anos depois  vi este menino namorando alguém com o biotipo exato do pai (e o pai tem um biotipo não muito comum). Depois percebi que 15 anos antes havia passado por uma cidade chamada Montes Claros, onde o povo é muito amigável, amoroso, comunicativo e as moças eram muito mais soltas e confiantes que as de hoje - "Qualquer um conseguia namorar umas 5 meninas por dia ali", diziam os rapazes. Hoje já não é mais assim, parece que assumiram a personalidade desconfiada dos mineiros em geral . Passei por esta cidade em 1992  e depois de 15 anos ao voltar ali me espantei com a  presença imensa de gays pelas ruas. Então  perguntei a uma amiga socióloga se havia trabalhos relacionando filhos sem pai a formação gay, mães solteiras, divorciadas, carencia paterna infantil a formação de filhos de personalidade gay. Ela me disse que conhecia dois trabalhos científicos em sociologia que tratavam desta relação...a partir daí comecei a testar abordagens com alguns..a esmo..quase todos que testei tinham esta relação...alguns casos pude verificar que somente este esclarecimento já resolvia mentalidades conturbadas em prol de voltarem mais a normalidade e administrarem este problema/carencia afetiva de um "pai".... como é um assunto intimo, causas, amnese, necessario é maior investigação.

Um clássico exemplo desta relação encontrei recentemente   no talvez principal defensor do homossexualismo em meio cristão (teologia inclusivista gay como comenta o Chanceler da Universidade Mackensie, Augustus Nicodemus) ,  o pastor Troy Perry , que coincidentemente quando tinha 13 anos seu pai morreu. Mas encontrei na grande maioria dos casos que pude analisar,  que  a falta de um pai, ou a perda da admiração deste,  era o histórico da vida de homossexuais.

 
Tive varias conversas com gays e encontrei este fator comum: a falta de afetividade paterna. UM RECENTE TIVE AO CONVERSAR COM GAROTO QUE ACHAVA QUE ERA GAY, CONFIRAM A CONVERSA :
 
P: oi
11:37 eu: opa
 P: vc tbem é da fé?
 eu: em Jesus eu sou...tá complicado acreditar em Igreja hoje
11:38 rs
 P: ok
  me fala o que vc acha de homossexualismo
  com sinceridade
 eu: 3 coisas
11:39 10% é genetico..a neurociencia evidencia isso
11:41 60 a 70% é psicologico, principalkmente tem que ver com a falta ou ausencia paterna..filhos de divorciados, maes solteiras , pais que morrem, pais ausentes, grosseiros..acriança traumatiza e o adulto se apaixona pelo pai que não teve
 P: ok
11:42 e...
  continue por favor
11:43 eu: 10-20% influencia do meio, experiencias, prazeres que viciam e corrdenam 40 mil cebos (sistema imunologico) a repetir o prazer, mesmo sabendo da culpa, dor, antipatia social, e sofrimento que gera
 P: existe tratamento?
11:44 eu: coorrdenam 40 mil cerebros (sistema imunologico) a repetir o prazer, vc fica viciado em qualquer coisa que lhe de prazer pelo sistema limbico que exige repetição
11:45 muitas são as dificuldades que podem empurrar alguem ao homossexualismo, seja a falta de mulher, traição, desilusão, dificuldade de aceitar a mulher...super admiração e dependencia da mãe, avó, irmãs...etc...cada caso é um caso
11:47 P: vc é psicologo?
  o sr*
11:48 eu: sou um servo de Deus
 P: então devo estar conversando com a pessoa certa
11:49 nunca falei disso pra ninguem
  tbem nunca me relacionei com homem
  mas...
  existe algo errado q me preocupa
  em mim
11:50 eu nao quero ser assim
  sinto que isso não é de Deus
11:51 eu: Dependendo das circunstancias de nossa vida, ficamos mais ou menos vulneráveis a essa tentação..e o inimigo sabedor disso, tenta nos enredar
 P: eu quero ser livre
  por favor me ajude
11:52 eu: não caia...vc é um homem, apenas busque tratar das causas para qualquer desvio de normalidade masculina que pode acontecer em qualquer pessoa e até em animais
 P: muito do que o sr falou tem a ver com meu passado
  a ausencia paterna
11:53 eu: então, identifique as causas e uma vez sabedor das mesmas ficará mais fácil controlar as consequencias
 P: admiração das figuras femininas da familia
  intercede a Deus do céu por mim
11:54 creio q Ele me enviará anjos para me livrar do mal q tenta me assolar
  obrigado por me ouvir
11:55 desculpe tomar seu tempo
  abraço
 eu: Claro, só o nosso encontro aqui, e nossa breve conversa testtifica do cuidado que Deus tem por voce.. quase não entro na internet nos ultimos dias, Deus está nesta conversa...Ele está te abençoando agora- receba a cura de Deus através destas falhas palavras de um servo dele....O Espirito Santo vai te curar agora se vc acreditar....vc quer ser curado e quer tere fé no poder de Deus agora?
11:56 P: sim
 eu: Então receba a unção de Deus já...eu já estou sentindo a mão de Deus fluindo sobre vc...receba e creia
11:57 P: louvado seja o senhor
 eu: em nome de Jesus!!! Amém
 P: Amém
 eu: Siga em paz amigo e irmão! Que Deus te guie em cada passo, pensamento e palavra! Seja mais que vencedor em Cristo Jesus
11:58 P: amem
  obrigado
11:59 eu: Passe adiante em nome de Jesus! Tudo vem dele e ´para Ele são todas as coisas
 P: Amem
 
 
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2. A figura materna prevalecente
 

 Freud, a homossexualidade se dpa quando  o pai da criança não consegue impor limites entre o  filho e a mãe, quando este está obsecado na mãe, então o filho ao não admirar o pai, não recebe dele as características. mas   interioriza as características femininas da mãe, inclusive seu objeto de desejo, o homem. Freud cita a relação “pai passivo/mãe dominadora” para este novo triângulo. 

Isto se explica pois, uma relação de pai passivo e uma mãe superprotetora, faz com que o pai não consiga “vencer” a disputa com o filho, pela “posse” da exclusividade da mãe. O filho então torna-se homossexual. É esta a coluna mestra, na teoria de Freud, para uma pessoa se tornar homossexual. Tristann tem uma outra opinião sobre a teoria de Freud e como ela influencia a homossexualidade, o que você poderá ler no texto “Teoria de Freud, até onde podemos considerá-la?”.
 
Neste recente trabalho se afirma que existe agora uma substituição do modelo psicologico antigo que considerava a homossexualisdade uma psicopatologia. http://www.psicopatologiafundamental.org/uploads/files/posteres_iv_congresso/po18-lucas-charafeddine-bulamahmanoel-antonio-dos-santos-e-valeria-barbieri.pdf
 
 
3. Tendencias genéticas favoráveis a personalidade não dada a casamento ou muito sensível a traumas  
 
Jesus disse que "há homens que nascem eunucos", sem dom para casamento, não querendo dizer homossexuais . Há pessoas que nascem mais afeminados e isso é genético.  Uma pesquisa divulgada no livro "porque os homens fazem sexo e as mulheres fazem amor" testaram neuroloicamente gays e apontaram que 10% deles tinham cérebro feminino em corpo masculino.
 
4.Tendencias genéticas favoráveis a personalidade não dada a casamento ou muito sensível a influencias de personalidade 
 
Pessoas há que tem uma mente mais suceptível a sofrer influencias e a ser drasticamente marcado pelos truamas da vida.
 
 
5. Experiências Prazerosas na Infância (Pedofilia)
 
O famoso troca-troca pode levar uma pessoa a desenvolver esta forma de prazer a vida adulta
 
6. Mudança de zona erógena
 
Segundo o pastor e psicólogo Caio Fábio, o cérebro muda a zona do prazer , dependendo das experiências que a pessoa passa
 
7. Aspectos espirituais e sobrenaturais 
 
Satanás eDeus existem, e eles atuam para estimular coisas corretas ou erradas em nossa vida
 
 
 
 
Homossexualismo como uma das tentações que assolam as pessoas
 

Cada um de nós é fraco em algum setor de nossa vida, todos temos tendencias a cometer mais alguns pecados e outros menos.

 

Pecado tem várias definições, a mais básica é "transgressão da lei" de I João 3:4. Contudo quando entendemos que a lei é ampla e foi reinterpretada por Jesus, e leis como "amar inimigos" "dar a outra face" foram acrescentadas , pecado fica mais fácil de acontecer e cada vez mais impossivel de não se  cometer...quando entendemos que  o cumprimento da lei é o amor, o desamor ganha a definição de resumo do pecado  e aprofundamos ainda mais tanto o conceito de pecado quanto de justiça que agora se parece mais com a bondade que com a moral . Contudo há quem veja que separação de Deus é a essencia do pecado, ou causa e é interessante como pecamos menos quando sentimos o amor de Deus por nós e mais quando nos cegamos dos seus olhos de amor. A definição mais forte que vejo é de Lutero (que se harmoniza com Jesus ), ele disse que "nada é pecado senão a descrença" , pois quando estudamos que o evangelho é o pagamento dos nossos pecados por aquele que se fez pecado por nós, recebendo a punição e a ira do pai que o amava em nosso lugar, dando a unica justiça que Deus aceita, a dele, então entendemos como pecadores que somos que nada será pecado, senão rejeitar esta única dádiva que livra a todos nós.

Mas de forma bastante superficial,  no sec. VI,  se definiu os sete pecados capitais desta forma:

 

1. Luxúria: apego e valorização extrema aos prazeres carnais, à sensualidade e sexualidade; desrespeito aos costumes; lascívia.

2. Gula: comer somente por prazer, em quantidade superior àquela necessária para o corpo humano.

3. Avareza: apego ao dinheiro de forma exagerada, desejo de adquirir bens materiais e de acumular riquezas.

4. Ira: raiva contra alguém, vontade de vingança.

5. Soberba: manifestação de orgulho e arrogância.

6. Vaidade: preocupação excessiva com o aspecto físico para conquistar a admiração dos outros.

7. Preguiça: negligência ou falta de vontade para o trabalho ou atividades importantes.

 

Todos caímos em algum ou alguns dos pecados, sejam os mais claros ou os mais escondidos, seja o desamor, a falta de bondade, a falta de comunhão com Deus, a falta de fé no sangue (unica coisa que nos liberta de todos os  pecados).

 

Todos cairam e todos carecem da gloria de Deus. Todos. Homossexuais e heterossexuais.Como disse Dennis Alan:



"Todos somos tentados por desejos de coisas que Deus proibiu (Tiago 1:14-15). Eva desejou o fruto proibido no Éden (Gênesis 3:6). Algumas pessoas desejam ganho desonesto (Tito 1:7). Alguns homens desejam as esposas de outros (Mateus 5:28). Algumas pessoas desejam outras do mesmo sexo Gênesis 19:4-5).

Deus exige que aprendamos a nos dominar para negar nossos desejos pecaminosos e para aceitar os limites que ele colocou ao nosso comportamento (2 Pedro 1:6; Gálatas 5:23). Este é o princípio que tem que ser aplicado aos desejos homossexuais que algumas pessoas sentem. Em vez de perder tempo e energia tentando justificar estes desejos na base da Genética, ou tentando pôr a culpa deles nas influências da infância, a pessoa que é tentada a ter relações sexuais com alguém do mesmo sexo precisa aprender a dominar seus desejos. Por quê? Porque Deus clara e absolutamente condenou as relações homossexuais.

"Por causa disso, os entregou Deus a paixões infames; porque até as mulheres mudaram o modo natural de suas relações íntimas por outro, contrário à natureza; semelhantemente, os homens também, deixando o contacto natural da mulher, se inflamaram mutuamente em sua sensualidade, cometendo torpeza, homens com homens, e recebendo, em si mesmos, a merecida punição do seu erro" (Romanos 1:26-27).

"Não vos enganeis: nem impuros, nem idólatras, nem adúlteros, nem efeminados, nem sodomitas . . . herdarão o reino de Deus" (1 Coríntios 6:9-10).

Deus aprova as relações sexuais entre um homem e sua esposa legítima (de acordo com a lei de Deus). Todas as outras relações sexuais sejam homossexuais ou heterossexuais são sempre e absolutamente proibidas (Hebreus 13:4). Não nos cabe procurar desculpas para justificar o pecado. É nossa responsabilidade buscar o meio de vencer a tentação (1 Coríntios 10:13; Tiago 4:7-10)" -por Dennis Allan

 

 

 

Homossexualidade: genético ou ambiental?

 

Doutora Mayana, o que a senhora pensa sobre as origens da homossexualidade? Estaria ela realmente associada à genética? A psicologia já sabe que um homossexual não se torna homossexual do nada, bem como não pode deixar de sê-lo. Ele nasce assim e morre assim. Diversos animais também apresentam esse tipo de comportamento. Acompanhando o questionamento, do ponto de vista biológico, seria a homossexualidade uma anomalia? Ou seria uma forma de controlar a procriação de uma espécie?
(Carolina)

Já recebi inúmeros e-mails de leitores perguntando exatamente isso. A homossexualidade tem bases genéticas ou é uma característica ambiental? Embora em minha opinião exista uma predisposição genética para um comportamento homossexual, pesquisas científicas que provem isso na prática são muito difíceis de serem realizadas.

Estudos não são conclusivos
Pesquisas genéticas são difíceis de serem realizadas com seres humanos porque não há como analisar comportamentos de pessoas sem levar em conta o ambiente em que vivem ou foram criados. Além disso, o fato de que pessoas com comportamento homossexual não procriarem dificulta a definição de um padrão de transmissão genética entre gerações. Estudos de gêmeos idênticos que foram separados ao nascer e criados por famílias diferentes poderiam potencialmente trazer informações importantes. Por exemplo, se a concordância (preferência sexual) entre eles for igual à de gêmeos criados juntos, isso apontaria para uma predisposição genética. Entretanto, estudos como esses são difíceis de serem realizados na prática porque requerem amostras muito grandes para terem uma comprovação estatisticamente significante.

Herança multifatorial? 
A homossexualidade poderia, por exemplo, obedecer a um padrão de herança multifatorial, onde vários genes interagem com o ambiente para determinar uma característica. Entretanto, a identificação de genes responsáveis por traços multifatoriais é extremamente difícil. Só para se ter uma idéia, até hoje não foram ainda identificados os muitos genes que determinam a estatura e sabe-se com certeza que trata-se de um traço com grande influencia genética. Por outro lado, durante muito tempo, o autismo também era atribuído ao ambiente e hoje sabe-se que o comportamento autístico é uma característica genética, embora a busca para os genes responsáveis ainda continue.

Característica aparece na infância
Apesar da atração pelo mesmo sexo manifestar-se às vezes só na idade adulta, todos nós conhecemos crianças que já demonstravam um comportamento típico do sexo oposto desde a mais tenra idade. Há meninos que gostam de brincar com bonecas ou usar as joias, sapatos de salto ou maquiagens de suas mães e meninas que preferem carrinhos ou brincadeiras violentas, mais agressivas. Muitos deles sofrem, e muito, com isso, porque percebem que são diferentes mas não conseguem mudar suas preferências. Acredito que isso também fale a favor de uma predisposição genética.

Seria uma anomalia?
Na minha opinião, certamente não. Para quem é heterossexual às vezes é difícil entender, mas o fato de observar-se um comportamento semelhante em animais sugere também que existe uma predisposição genética. Eles não sabem o que a sociedade espera deles, o que é considerado "certo" ou "errado". É interessante que em camundongos já foi observado que há um aumento de homossexualismo quando há uma superpopulação – talvez uma forma da natureza de controlar a explosão populacional.

Reitero que, ainda que eu pessoalmente acredite que possa haver uma influência genética para a homossexualidade, ainda não existe uma comprovação científica. O avanço nas pesquisas e tecnologias poderá talvez elucidar esse enigma no futuro próximo.

Por Mayana Zatz

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Porque há eunucos que assim nasceram do ventre da mãe; e há eunucos que foram castrados pelos homens; e há eunucos que se castraram a si mesmos, por causa do reino dos céus. Quem pode receber isto, receba-o.
Mateus 19:12
 
 
 
 

Caso Rozangela Justino

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
 
 
Rozangela Justino em julho de 2009, aquando da confirmação da censura públicapelo CFP

Caso Rozangela Justino refere-se ao processo de censura pública aplicado pelo Conselho Federal de Psicologia do Brasil (CFP) àpsicóloga brasileira Rozangela Alves Justino por oferecer tratamento a pacientes que quisessem deixar a homossexualidade.[1][2] O CFP confirmou a censura pública anteriormente imposta pelo Conselho Regional de Psicologia do Rio de Janeiro, afirmando que a conduta da psicóloga contraria a determinação da Organização Mundial da Saúde de 17 de maio de 1990[3] e a Resolução CFP n.° 001/99, de 22 de março de 1999, do CFP,[4] que diz que "a homossexualidade não constitui doença, nem distúrbio e nemperversão"[1][3] e que, pois, "os psicólogos não colaborarão com eventos e serviços que proponham tratamento e cura das homossexualidades".[3]

Índice

  [esconder

[editar]Processo

Em 2007, uma ONG de defesa dos direitos homossexuais sediada em Nova Iguaçu ingressou com representação contra a psicóloga no Conselho Regional de Psicologia do Rio de Janeiro, que decidiu no final daquele ano pela censura pública.[1]

Tendo recorrido daquela decisão, o Conselho Federal de Psicologia do Brasil manteve a censura pública, conforme decisão tomada em 31 de julho de 2009. Expôs o Conselho Federal de Psicologia do Brasil que, ao oferecer terapia para que homossexuais deixassem a homossexualidade, a psicóloga infringiu a Resolução CFP n.° 001/99, de 22 de março de 1999[4] Essa resolução encontra ainda respaldo na determinação da Organização Mundial da Saúde de 17 de maio de 1990, ao expressar que "a homossexualidade não constitui doença, nem distúrbio e nem perversão".[3]

Rozangela Justino em julho de 2009.

O advogado da psicóloga afirmou que recorreria à justiça comum contra a decisão[1], e a psicóloga disse que continuaria oferecendo o mesmo tratamento.[5] Um dia antes do julgamento do recurso, a Associação Brasileira de Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis e Transexuais(ABGLT) protocolou no Conselho Federal de Psicologia um abaixo-assinado contendo 133 organizações que pediam a manutenção da censura pública. Também já encaminhou representação ao Conselho Regional de Psicologia do Rio de Janeiro pedindo a cassação do registro da profissional, processo que aguardava a conclusão do pedido de censura.[6] Nove dias antes da decisão, em 22 de julho, Rozangela havia ingressado com mandado de segurança na 15ª Vara Federal do Distrito Federal, pedindo a suspensão do processo, alegando a inconstitucionalidade da Resolução nº 01/1999 do Conselho Federal de Psicologia, mas em 30 de julho, um dia antes da decisão, a liminar foi indeferida.[7]

[editar]Polêmica

O caso ganhou notoriedade nos meios de comunicação quando Rozangela Justino foi censurada institucionalmente por prometer reverter a homossexualidade. A classificação oficial da Organização Mundial da Saúde (OMS) de 1990 e a resolução específica do Conselho Federal de Psicologia do Brasil (CFPB) de 1999,[3][1] excluem a tipificação de patologia à homossexualidade.

Sobre a punição, Rozangela afirma que "o movimento pró-homossexualismo tem feito alianças com conselhos de psicologia e quer implantar a ditadura gay no país".[8]

O bispo da Diocese de Recife da Igreja Anglicana do Cone Sul da América[9], reverendo Robinson Cavalcanti, declarou seu apoio à psicóloga, considerando que o resultado do julgamento foi um "ato de perseguição heterofóbica do Conselho Federal de Psicologia".[10] Durante o processo de 2009, Rozangela só admitiu ser fotografada disfarçada, dizendo-se perseguida, comparando a militância homossexual ao nazismo.[11], afirmando que "o ativismo pró-homossexualismo está diretamente ligado ao nazismo. Todos os movimentos de desconstrução social estudam o nazismo, porque compartilham um ideal de domínio político e econômico mundial."[11]

Em julho de 2009 afirmou que "Estão me submetendo a uma mordaça. Mas quero dizer às pessoas que estão em estado de sofrimento psíquico e desejam deixar a homossexualidade que procurem profissionais nas suas cidades."[5] Sobre a ligação à prática religiosa, Rozangela afirmou, na mesma data, "Tenho minha experiência religiosa que eu não nego. Tudo que faço fora do consultório é permeado pelo religioso. Sinto-me direcionada por Deus para ajudar as pessoas que estão homossexuais."[8]

Em novembro de 2009, Rozangela comunicou publicamente que, devido às pressões sofridas, inclusive ameaças de morte, e em acato à decisão do CFP, não mais ofereceria terapia para pessoas que desejam deixar o comportamento homossexual. [12]

Referências

  1. ↑ a b c d e Conselho Federal de Psicologia pune psicóloga que oferecia 'cura' para gaysG1 (31/07/2009). Página visitada em 01/08/2009.
  2.  Psicóloga censurada por oferecer "cura" a gaysZero Hora (01/08/2009). Página visitada em 01/08/2009.
  3. ↑ a b c d e Correio Braziliense - Há 20 anos, a OMS tirou a homossexualidade da relação de doenças mentais
  4. ↑ a b Resolução CFP n.º 001/99, na qual a entidade afirma que a homossexualidade "não constitui doença, nem distúrbio e nem perversão" ("considerandos" do texto introdutório), e, portanto, "os psicólogos não colaborarão com eventos e serviços que proponham tratamento e cura das homossexualidades" (art. 3º, parágrafo único).
  5. ↑ a b Psicóloga punida insiste em continuar oferecendo cura para homossexualismo.Último Segundo (31/07/2009). Página visitada em 01/08/2009.
  6.  ABGLT protocola abaixo-assinado no CFP contra de Rozangela JustinoAthosGLS(30/07/2009). Página visitada em 01/08/2009.
  7.  Processo 2009.34.00.024326-515ª Vara Federal da Seção Judiciária do Distrito Federal. Página visitada em 08/08/2009.
  8. ↑ a b Psicóloga que realiza 'tratamento' para homossexualidade pode ter registro profissional cassado, informa Folha de S.PauloAgência de Notícias da Aids(14/07/2009). Página visitada em 01/08/2009.
  9.  Igreja Anglicana do Cone Sul da América, Comunhão Anglicana Diocese do Recife.
  10.  Rozangela Justino foi punida pelos heterofóbicos", diz bispo anglicanoA Capa(04/08/2009). Página visitada em 08/08/2009.
  11. ↑ a b Entrevista: Rozângela Alves Justino - Edição 2125 - Revista VEJA. veja.abril.com.br. Página visitada em 2010-06-21.
  12.  Comunicado de Rozangela Justino à sociedade brasileiraMídia Sem Máscara(17/11/2009). Página visitada em 19/06/2010.

[editar]Ver também

 
Porque há eunucos que assim nasceram do ventre da mãe; e há eunucos que foram castrados pelos homens; e há eunucos que se castraram a si mesmos, por causa do reino dos céus. Quem pode receber isto, receba-o.
Mateus 19:12
Homossexualismo como uma das tentações que assolam as pessoas
 

Cada